Não possui cadastro?

Cadastre-se

Já possui conta?

Faça login

Pagamento aprovado... Acessos liberados

Seu pedido foi aprovado com sucesso

Já liberamos o acesso ao espaço exclusivo para assinantes.

Acessar área exclusiva

Pedido não processado :(

Infelizmente o seu pedido não foi processado pela operadora de cartão de crédito

Tente novamente clicando no botão abaixo

Voltar para o checkout

Biblioteca

Soda Taxes and the Prices of Sodas and Other Drinks: Evidence from Mexico

Artigo de periódico
Soda Taxes and the Prices of Sodas and Other Drinks: Evidence from Mexico
2017
Acusar erro

Publication sheet

Nome da publicação: Soda Taxes and the Prices of Sodas and Other Drinks: Evidence from Mexico

Authors: Jeffrey Grogger

Source: American Journal of Agricultural Economics

Published in: 2017

File type: Artigo de periódico

Link to the original

Summary

To combat a growing obesity problem, Mexico imposed a nationwide tax on drinks with added sugar, popularly referred to as a “soda tax,” effective January 2014. Since the tax took effect nationwide, there is no conventional control group that can be used as a baseline to estimate how the tax affected prices. Instead, I make use of control commodities, that is, untaxed goods that are not substitutes for the taxed drinks. I analyze data from Mexico's Consumer Price Index program, using the synthetic control method and a time-series intervention analysis. In both cases I employ a placebo inference approach akin to permutation inference. The estimates show that soda prices rose by more than the amount of the tax. There is less evidence that the prices of potential substitutes rose, possibly indicating that consumers did not switch to those products after the tax took effect. Some simple calculations suggest that the soda price increase could lead to a two- to three-pound reduction in mean weight, which amounts to roughly 1%–2% of mean body mass.

Summary translated by

Para combater um problema crescente de obesidade, o México impôs um imposto nacional sobre bebidas com adição de açúcar, popularmente conhecido como “imposto sobre refrigerantes”, em vigor em janeiro de 2014. Como o imposto entrou em vigor em todo o país, não existe um grupo de controle convencional que possa ser usado como uma linha de base para estimar como o imposto afetou os preços. Em vez disso, utilizo mercadorias de controlo, ou seja, bens não tributados que não substituem as bebidas tributadas. Analiso dados do programa de Índice de Preços ao Consumidor do México, utilizando o método de controle sintético e uma análise de intervenção de série temporal. Em ambos os casos, emprego uma abordagem de inferência placebo semelhante à inferência de permutação. As estimativas mostram que os preços dos refrigerantes aumentaram mais do que o valor do imposto. Há menos evidências de que os preços de potenciais substitutos tenham aumentado, possivelmente indicando que os consumidores não mudaram para esses produtos depois que o imposto entrou em vigor. Alguns cálculos simples sugerem que o aumento do preço dos refrigerantes poderia levar a uma redução de um a três quilos no peso médio, o que equivale a cerca de 1% a 2% da massa corporal média.