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qui, 18 abr - 11:00

A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que adultos pratiquem pelo menos 150 a 300 minutos de atividade aeróbica moderada a vigorosa por semana, enquanto crianças e adolescentes devem realizar uma média de 60 minutos por dia. No entanto, aproximadamente 27% da população global não atinge esses níveis mínimos desejáveis.

A inatividade física é um fator de risco associado à mortalidade por doenças crônicas não transmissíveis (DCNTs) e contribui significativamente para o aumento dos gastos com saúde. No Brasil, em 2019, as internações relacionadas às DCNTs representaram um custo estimado em cerca de R$ 290 milhões para o Sistema Único de Saúde (SUS).

Sendo assim, uma redução na prevalência da inatividade física na população brasileira pode resultar em uma economia potencial significativa de recursos orçamentários na área da saúde.

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A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que adultos pratiquem pelo menos 150 a 300 minutos de atividade aeróbica moderada a vigorosa por semana, enquanto crianças e adolescentes devem realizar uma média de 60 minutos por dia. No entanto, aproximadamente 27% da população global não atinge esses níveis mínimos desejáveis.

A inatividade física é um fator de risco associado à mortalidade por doenças crônicas não transmissíveis (DCNTs) e contribui significativamente para o aumento dos gastos com saúde. No Brasil, em 2019, as internações relacionadas às DCNTs representaram um custo estimado em cerca de R$ 290 milhões para o Sistema Único de Saúde (SUS).

Sendo assim, uma redução na prevalência da inatividade física na população brasileira pode resultar em uma economia potencial significativa de recursos orçamentários na área da saúde.

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Perspectivas sobre os custos relacionados com a inatividade física

18 de abr

Instituto Cordial

Representação e engajamento das pessoas com obesidade
A obesidade é uma manifestação física do acúmulo de gordura. Esta condição, visível a todos, torna o indivíduo que a possui passível de julgamento e alvo de rejeição, uma vez que a imagem social do corpo que provoca sentimentos de identificação é um corpo magro.

É crucial reconhecer que a obesidade vai além de uma questão de saúde. Nesse sentido, é fundamental que pessoas com obesidade tenham voz ativa em discussões que ultrapassem questões médicas, pois esta é apenas uma parte de suas identidades.

É necessário que elas ocupem espaços de protagonismo e contribuam para a construção de novas narrativas de produção de vida que desafiam estereótipos e promovam a aceitação da diversidade de corpos na sociedade.

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A obesidade é uma manifestação física do acúmulo de gordura. Esta condição, visível a todos, torna o indivíduo que a possui passível de julgamento e alvo de rejeição, uma vez que a imagem social do corpo que provoca sentimentos de identificação é um corpo magro.

É crucial reconhecer que a obesidade vai além de uma questão de saúde. Nesse sentido, é fundamental que pessoas com obesidade tenham voz ativa em discussões que ultrapassem questões médicas, pois esta é apenas uma parte de suas identidades.

É necessário que elas ocupem espaços de protagonismo e contribuam para a construção de novas narrativas de produção de vida que desafiam estereótipos e promovam a aceitação da diversidade de corpos na sociedade.

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Representação e engajamento das pessoas com obesidade

25 de abr

Instituto Cordial

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