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Temporal trend in the coexistence of risk behaviors for noncommunicable diseases in Brazil: 2009–2019

Artigo de periódico
Temporal trend in the coexistence of risk behaviors for noncommunicable diseases in Brazil: 2009–2019
2023
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Publication sheet

Nome da publicação: Temporal trend in the coexistence of risk behaviors for noncommunicable diseases in Brazil: 2009–2019

Authors: Thaís Cristina Marquezine Caldeira, Luiza Eunice Sá Da Silva, Taciana Maia De Sousa, Marcela Mello Soares, Rafael Moreira Claro

Source: Preventing Chronic Disease

Published in: 2023

File type: Artigo de periódico

Link to the original

Summary

Introduction: Individuals can accumulate multiple risk factors for noncommunicable diseases, increasing the chance of adverse health outcomes. We aimed to analyze the temporal trend in the coexistence of risk behaviors for noncommunicable diseases and their association with sociodemographic characteristics among adults in Brazil from 2009 through 2019.
Methods: This cross-sectional study and time-series analysis was based on data collected by the Surveillance System for Risk Factors and Protection for Chronic Diseases by Telephone Survey (Vigitel) from 2009 through 2019 (N = 567,336). We used item response theory to identify the coexistence of risk behaviors (infrequent consumption of fruits and vegetables, regular consumption of sugar-sweetened beverages, smoking, abusive alcohol consumption, insufficient leisure-time physical activity). We used Poisson regression models to assess the temporal trend in the prevalence of the coexistence of noncommunicable disease–related risk behaviors and associated sociodemographic characteristics.
Results: Risk behaviors that most contributed to the occurrence of coexistence were smoking, consumption of sugar-sweetened beverages, and alcohol abuse. Coexistence was more frequent among men and was inversely associated with age and education level. During the study period, we found a significant decrease in coexistence (adjusted prevalence ratio decreased from 0.99 in 2012 to 0.94 in 2019; P = .001), especially before 2015 (adjusted prevalence ratio = 0.94; P = .001).
Conclusion: We found a reduction in the frequency of the coexistence of noncommunicable disease–related risk behaviors and their association with sociodemographic characteristics. It is necessary to implement effective actions to reduce risk behaviors, especially behaviors that lead to a greater coexistence of those behaviors.

Summary translated by

Introdução: Os indivíduos podem acumular múltiplos fatores de risco para doenças não transmissíveis, aumentando a chance de desfechos adversos à saúde. Nosso objetivo foi analisar a tendência temporal da coexistência de comportamentos de risco para doenças não transmissíveis e sua associação com características sociodemográficas entre adultos no Brasil de 2009 a 2019.
Métodos: Este estudo transversal e análise de série temporal foi baseado em dados coletados pelo Sistema de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) de 2009 a 2019 (N = 567.336). Utilizamos a teoria de resposta ao item para identificar a coexistência de comportamentos de risco (consumo pouco frequente de frutas e vegetais, consumo regular de bebidas açucaradas, tabagismo, consumo abusivo de álcool, atividade física insuficiente no lazer). Utilizamos modelos de regressão de Poisson para avaliar a tendência temporal da prevalência da coexistência de comportamentos de risco relacionados a doenças não transmissíveis e características sociodemográficas associadas.
Resultados: Os comportamentos de risco que mais contribuíram para a ocorrência da convivência foram tabagismo, consumo de bebidas açucaradas e abuso de álcool. A convivência foi mais frequente entre os homens e esteve inversamente associada à idade e à escolaridade. Durante o período do estudo, encontramos uma diminuição significativa na coexistência (razão de prevalência ajustada diminuiu de 0,99 em 2012 para 0,94 em 2019; P = 0,001), especialmente antes de 2015 (razão de prevalência ajustada = 0,94; P = 0,001).
Conclusão: Encontramos redução na frequência da coexistência de comportamentos de risco relacionados às doenças não transmissíveis e sua associação com características sociodemográficas. É necessária a implementação de ações eficazes para reduzir os comportamentos de risco, especialmente os comportamentos que levam a uma maior coexistência desses comportamentos.