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Association between shift work and insulin resistance in women: Implications for metabolic health

Artigo de periódico
Association between shift work and insulin resistance in women: Implications for metabolic health
2025
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Publication sheet

Nome da publicação: Association between shift work and insulin resistance in women: Implications for metabolic health

Authors: You-Jung Choi, Soo Hyeon Cho, Ja-Ho Leigh, Sung Hoon Jeong,Editor: Shaonong Dang

Source: PLOS One

Published in: 2025

File type: Artigo de periódico

Kind of study: Estudo observacional

Link to the original

Summary

Shift work has been associated with circadian rhythm disruption and related metabolic disturbances, with women potentially being more vulnerable due to physiological and hormonal characteristics. Research on the correlation between shift work and insulin resistance in women outside hospital nursing settings remains scarce. Therefore, this study investigated the relationship between shift work and insulin resistance in working-age women, using the triglyceride-glucose (TyG) index as a surrogate marker. Data from 3,780 female participants aged 19–64 years were collected from the 2019–2021 Korea National Health and Nutrition Examination Survey. Participants were classified as day or shift workers, and insulin resistance was categorized as high or low based on the TyG index. The association between work schedule and insulin resistance was evaluated after adjusting for potential confounders. Shift workers had 1.30 times higher odds of elevated insulin resistance than day workers. Stronger associations were observed among women aged 40–50 years, those in pink-collar occupations, and individuals with adverse lifestyle factors, including overweight status, physical inactivity, alcohol consumption, and smoking. These findings underscore the importance of tailored workplace health interventions and the adoption of personalized, circadian rhythm–aligned strategies to reduce metabolic risk among female shift workers, thereby supporting occupational health policy and preventive care.

Summary translated by

O trabalho por turnos tem sido associado à disrupção do ritmo circadiano e distúrbios metabólicos relacionados, sendo as mulheres potencialmente mais vulneráveis ​​devido às suas características fisiológicas e hormonais. A pesquisa sobre a correlação entre trabalho por turnos e resistência à insulina em mulheres fora do ambiente hospitalar ainda é escassa. Portanto, este estudo investigou a relação entre trabalho por turnos e resistência à insulina em mulheres em idade ativa, utilizando o índice triglicerídeo-glicose (TyG) como marcador substituto. Os dados de 3.780 participantes do sexo feminino, com idades entre 19 e 64 anos, foram coletados da Pesquisa Nacional de Saúde e Nutrição da Coreia (KNHANES) de 2019-2021. As participantes foram classificadas como trabalhadoras diurnas ou por turnos, e a resistência à insulina foi categorizada como alta ou baixa com base no índice TyG. A associação entre o horário de trabalho e a resistência à insulina foi avaliada após o ajuste para potenciais fatores de confusão. As trabalhadoras por turnos apresentaram 1,30 vezes mais chances de resistência à insulina elevada do que as trabalhadoras diurnas. Associações mais fortes foram observadas entre mulheres de 40 a 50 anos, aquelas em ocupações consideradas de "colarinho rosa" (em inglês, "pink-colle") e indivíduos com fatores de estilo de vida adversos, incluindo sobrepeso , inatividade física, consumo de álcool e tabagismo. Essas descobertas reforçam a importância de intervenções de saúde no local de trabalho personalizadas e da adoção de estratégias individualizadas e alinhadas ao ritmo circadiano para reduzir o risco metabólico entre trabalhadoras em turnos, apoiando assim as políticas de saúde ocupacional e os cuidados preventivos.