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Changes in the frequency of food orders and food choices on meal delivery apps during the COVID-19 pandemic in a Brazilian metropolitan region

PBO Favorites Artigo de periódico
Changes in the frequency of food orders and food choices on meal delivery apps during the COVID-19 pandemic in a Brazilian metropolitan region
2025
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Publication sheet

Nome da publicação: Changes in the frequency of food orders and food choices on meal delivery apps during the COVID-19 pandemic in a Brazilian metropolitan region

Authors: Laís Vargas Botelho, Daniela Silva Canella, Dayan Carvalho Ramos Salles De Carvalho, Paula Martins Horta, Maria Eduarda Ribeiro José, Leonardo Soares Bastos, Letícia De Oliveira Cardoso

Source: BMC Public Health

Published in: 2025

File type: Artigo de periódico

Kind of study: Estudo observacional

Link to the original

Summary

The rise of the digital food environment, especially through meal delivery apps, reshapes food consumption habits amid convenience- and pandemic-driven changes. We aimed to describe changes in both frequency of food purchase and food choices made in meal delivery apps during the COVID-19 pandemic.
Such platforms were mainly used to buy meals based on ultra-processed foods at both moments, even among people who also used them to purchase healthy options.

Summary translated by

A ascensão do ambiente digital alimentar, especialmente por meio de aplicativos de entrega de refeições, remodela os hábitos de consumo alimentar em meio a mudanças impulsionadas pela conveniência e pela pandemia. Nosso objetivo foi descrever as mudanças tanto na frequência de compra de alimentos quanto nas escolhas alimentares feitas em aplicativos de entrega de refeições durante a pandemia de COVID-19.
Essas plataformas foram usadas principalmente para comprar refeições à base de alimentos ultraprocessados em ambos os momentos, mesmo entre pessoas que também as utilizavam para adquirir opções saudáveis.

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Por que o tema é relevante?

A transformação acelerada no ambiente alimentar digital com a expansão dos aplicativos de entrega de refeições durante a pandemia de COVID-19, por conta do isolamento social e do fechamento de estabelecimentos afetou a saúde pública. Essas plataformas ampliam o acesso a alimentos ultraprocessados, moldam escolhas alimentares e tendem a reforçar padrões pouco saudáveis. 

Qual é o objetivo do estudo?

Descrever as mudanças na frequência de compras e nos tipos de alimentos e bebidas pedidos na Região Metropolitana do Rio de Janeiro por meio de aplicativos de entrega antes e durante a primeira onda da pandemia.

Quais as principais conclusões?

O artigo analisa dados de 986 adultos entre maio e setembro de 2020 (antes e durante a primeira onda da COVID-19), com intuito de buscar como a pandemia mudou o uso de aplicativos de entrega e as escolhas alimentares segundo a classificação NOVA e o Guia Alimentar.
O uso regular dos apps (ao menos uma vez por semana), aumentou de 60% para 62,4%, com uma predominância dos ultraprocessados (fast food e refrigerantes) e as opções saudáveis sendo pouco solicitadas e, mesmo quando incluídas, coexistiam com escolhas não saudáveis.
Alguns usuários de consumo ocasionais passaram a fazer uso regular, com pedidos de refeições tradicionais, proteínas animais e sobremesas, mantendo o consumo elevado de ultraprocessados e, em parte dos casos, adicionando bebidas alcoólicas, indicando o aumento do consumo abusivo de álcool durante períodos de restrição social. Sendo eles, jovens e adultos de meia-idade que viviam com parceiros e filhos e que, durante a pandemia, acumularam responsabilidades domésticas, trabalho remoto e acompanhamento das atividades escolares.
Já os 22% dos usuários que reduziram o uso,  passaram a pedir menos fast food, refrigerantes e refeições tradicionais, mas mantiveram ou aumentaram pedidos de pratos com proteína animal. Indicando que, ao usar o serviço de forma esporádica, priorizavam itens que não cozinhavam em casa, priorizando o preparo doméstico e são sobretudo idosos, pessoas com pior autopercepção de saúde e indivíduos com obesidade possivelmente motivados pelo medo de contaminação por embalagens ou contato com entregadores.
O estudo conclui que a expansão dos aplicativos durante a pandemia expôs importantes lacunas regulatórias, os mecanismos de publicidade digital, cupons de desconto, ofertas de frete grátis e a ausência de informações nutricionais tornam o ambiente digital favorável ao consumo de ultraprocessados.