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New drugs for the treatment of obesity: do we need approaches to preserve muscle mass?

Artigo de periódico
New drugs for the treatment of obesity: do we need approaches to preserve muscle mass?
2025
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Publication sheet

Nome da publicação: New drugs for the treatment of obesity: do we need approaches to preserve muscle mass?

Authors: Donna H. Ryan

Source: Reviews in Endocrine and Metabolic Disorders

Published in: 2025

File type: Artigo de periódico

Kind of study: Revisão

Link to the original

Summary

The development of drugs targeting Nutrient Stimulated Hormone receptors has ushered in a dramatic change in our approach to weight management because of their ability to achieve weight losses of 10%, 20%, even 30% in significant numbers of patients. Additionally, disease modifying properties of these medications are compelling. Indications now include cardiovascular risk reduction, obstructive sleep apnea and diabetes management, and emerging evidence supports efficacy for heart failure and chronic kidney disease. These medications would need to be taken long term and the population being treated will be older than the traditional weight management patient. Emerging evidence cautions that the loss of excessive lean mass with some of the newer medications may be problematic. This is not a concern for most patients who will need the medications, but it is a concern in an older population, since loss of muscle and bone accelerates and progresses past age 60. Of weight lost with semaglutide, approximately 45% is from lean mass, while with tirzepatide, it is 25%. Going forward, combining another NuSH such as glucagon or amylin with the GLP-1 receptor agonists may lessen loss of lean mass. Another approach under study is the use of MAPi – myostatin-activin pathway inhibitors. Promising results with bimagrumab are spurring investigaton in this area. For the full potential of disease modification to be achieved, it’s a given that we must demonstrate safe, long term body composition improvement when the new medications are deployed, especially in the older population. This narrative review discusses the justification for focus on lean mass preservation and reviews the status of relevant drugs in development.

Summary translated by

O desenvolvimento de medicamentos que têm como alvo os receptores do hormônio estimulado por nutrientes (HbE) inaugurou uma mudança drástica em nossa abordagem ao controle do peso, devido à sua capacidade de alcançar perdas de peso de 10%, 20% e até 30% em um número significativo de pacientes. Além disso, as propriedades modificadoras da doença desses medicamentos são convincentes. As indicações atuais incluem redução do risco cardiovascular, apneia obstrutiva do sono e controle do diabetes, e evidências emergentes comprovam sua eficácia para insuficiência cardíaca e doença renal crônica. Esses medicamentos precisariam ser tomados em longo prazo e a população em tratamento será mais velha do que a de pacientes em tratamento tradicional para controle do peso. Evidências emergentes alertam que a perda excessiva de massa magra com alguns dos medicamentos mais recentes pode ser problemática. Isso não é uma preocupação para a maioria dos pacientes que precisarão dos medicamentos, mas é uma preocupação em uma população mais velha, uma vez que a perda de massa muscular e óssea acelera e progride após os 60 anos. Do peso perdido com semaglutida, aproximadamente 45% é de massa magra, enquanto com tirzepatida, é de 25%. No futuro, a combinação de outro NuSH, como glucagon ou amilina, com agonistas do receptor GLP-1 pode reduzir a perda de massa magra. Outra abordagem em estudo é o uso de MAPi – inibidores da via miostatina-ativina. Resultados promissores com bimagrumabe estão estimulando a investigação nessa área. Para que todo o potencial de modificação da doença seja alcançado, é fundamental que demonstremos uma melhora segura e a longo prazo na composição corporal quando os novos medicamentos forem implantados, especialmente na população idosa. Esta revisão narrativa discute a justificativa para o foco na preservação da massa magra e analisa o status de medicamentos relevantes em desenvolvimento.