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Lean type 2 diabetes: the overlooked epidemic reshaping global health

Artigo de periódico
Lean type 2 diabetes: the overlooked epidemic reshaping global health
2025
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Hoja de publicación

Nome da publicação: Lean type 2 diabetes: the overlooked epidemic reshaping global health

Autores: Vinay Singh

Fuente: Diabetology &, Metabolic Syndrome

Publicado en: 2025

Tipo de archivo: Artigo de periódico

Tipo de estudio: Revisão

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Resumen

Lean type 2 diabetes mellitus an overlooked epidemic emerges as a distinct clinical entity affecting individuals who maintain normal body mass index according to population-adjusted criteria, yet develop diabetes through pathways independent of obesity. This phenotype accounts for 3–8% of global diabetes cases but demonstrates striking regional clustering, with substantially elevated rates across South Asian, Sub-Saharan African, and Caribbean populations. The epidemic’s defining characteristics centre on predominant pancreatic β-cell failure rather than classical insulin resistance mechanisms. Affected individuals exhibit compromised insulin production capacity and altered adipose tissue distribution while maintaining seemingly healthy body weights. Paradoxically, clinical outcomes often prove more severe than obesity-associated diabetes, with earlier disease onset and accelerated progression to major complications including cardiovascular disease, nephropathy, and retinopathy. Current healthcare frameworks systematically fail this population through obesity-focused screening algorithms that overlook lean individuals at risk. Diagnostic delays compound the problem, while conventional treatment protocols emphasizing weight reduction prove not only ineffective but potentially harmful. The epidemic remains largely invisible within existing clinical guidelines and public health strategies. This review synthesizes evidence on lean diabetes and T2DM heterogeneity. Observational studies support population-specific risk assessment and β-cell preservation strategies, yet proposed mechanistic distinctions rely on BMI categories rather than standardized measurements of β-cell function or insulin sensitivity. These expert consensus recommendations require randomized trial validation before guideline incorporation. Treatment algorithms should be guided by mechanistic characterization, not BMI alone. Implementation requires consensus measurement thresholds and validation that treatment responses differ by mechanistic phenotype. Systematic investigation may reduce diagnostic delays and advance health equity in vulnerable populations, though clinical implementation depends on generating rigorous controlled trial evidence.

Resumen traducido por

O diabetes mellitus tipo 2 em indivíduos magros, uma epidemia negligenciada, emerge como uma entidade clínica distinta que afeta pessoas com índice de massa corporal (IMC) normal, de acordo com critérios ajustados à população, mas que desenvolvem diabetes por vias independentes da obesidade. Esse fenótipo representa de 3 a 8% dos casos globais de diabetes, mas demonstra um agrupamento regional marcante, com taxas substancialmente elevadas em populações do Sul da Ásia, África Subsaariana e Caribe. As características definidoras da epidemia se concentram na falência predominante das células β pancreáticas, em vez dos mecanismos clássicos de resistência à insulina. Os indivíduos afetados apresentam capacidade de produção de insulina comprometida e distribuição alterada do tecido adiposo, mantendo pesos corporais aparentemente saudáveis. Paradoxalmente, os desfechos clínicos frequentemente se mostram mais graves do que o diabetes associado à obesidade, com início mais precoce da doença e progressão acelerada para complicações graves, incluindo doenças cardiovasculares, nefropatia e retinopatia. Os sistemas de saúde atuais falham sistematicamente com essa população por meio de algoritmos de rastreamento focados na obesidade, que negligenciam indivíduos magros em risco. Atrasos no diagnóstico agravam o problema, enquanto os protocolos de tratamento convencionais, que enfatizam a redução de peso, mostram-se não apenas ineficazes, mas potencialmente prejudiciais. A epidemia permanece amplamente invisível nas diretrizes clínicas e estratégias de saúde pública existentes. Esta revisão sintetiza evidências sobre a heterogeneidade do diabetes em indivíduos magros e do diabetes tipo 2. Estudos observacionais apoiam a avaliação de risco específica para cada população e estratégias de preservação das células β, porém as distinções mecanísticas propostas baseiam-se em categorias de IMC em vez de medidas padronizadas da função das células β ou da sensibilidade à insulina. Essas recomendações de consenso de especialistas requerem validação por ensaios clínicos randomizados antes de serem incorporadas às diretrizes. Os algoritmos de tratamento devem ser guiados pela caracterização mecanística, e não apenas pelo IMC. A implementação requer limiares de medição consensuais e validação de que as respostas ao tratamento diferem de acordo com o fenótipo mecanístico. A investigação sistemática pode reduzir os atrasos no diagnóstico e promover a equidade em saúde em populações vulneráveis, embora a implementação clínica dependa da geração de evidências rigorosas em ensaios clínicos controlados.