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European Code against Cancer 4th Edition: Physical activity and cancer

Artigo de periódico
European Code against Cancer 4th Edition: Physical activity and cancer
2015
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Hoja de publicación

Nome da publicação: European Code against Cancer 4th Edition: Physical activity and cancer

Autores: Michael Leitzmann, Hilary Powers, Annie S. Anderson, Chiara Scoccianti, Franco Berrino, Marie-Christine Boutron-Ruault, Michele Cecchini, Carolina Espina, Timothy J. Key, Teresa Norat, Martin Wiseman, Isabelle Romieu

Fuente: Cancer Epidemiology

Publicado en: 2015

Tipo de archivo: Artigo de periódico

Tipo de estudio: Diretriz

Enlace al original

Resumen

Physical activity is a complex, multidimensional behavior, the precise measurement of which is challenging in free-living individuals. Nonetheless, representative survey data show that 35% of the European adult population is physically inactive. Inadequate levels of physical activity are disconcerting given substantial epidemiologic evidence showing that physical activity is associated with decreased risks of colon, endometrial, and breast cancers. For example, insufficient physical activity levels are thought to cause 9% of breast cancer cases and 10% of colon cancer cases in Europe. By comparison, the evidence for a beneficial effect of physical activity is less consistent for cancers of the lung, pancreas, ovary, prostate, kidney, and stomach. The biologic pathways underlying the association between physical activity and cancer risk are incompletely defined, but potential etiologic pathways include insulin resistance, growth factors, adipocytokines, steroid hormones, and immune function. In recent years, sedentary behavior has emerged as a potential independent determinant of cancer risk. In cancer survivors, physical activity has shown positive effects on body composition, physical fitness, quality of life, anxiety, and self-esteem. Physical activity may also carry benefits regarding cancer survival, but more evidence linking increased physical activity to prolonged cancer survival is needed. Future studies using new technologies – such as accelerometers and e-tools – will contribute to improved assessments of physical activity. Such advancements in physical activity measurement will help clarify the relationship between physical activity and cancer risk and survival. Taking the overall existing evidence into account, the fourth edition of the European Code against Cancer recommends that people be physically active in everyday life and limit the time spent sitting.

Resumen traducido por

A atividade física é um comportamento complexo e multidimensional, cuja mensuração precisa em indivíduos que vivem em liberdade é um desafio. Mesmo assim, dados representativos de pesquisas mostram que 35% da população adulta europeia é fisicamente inativa. Níveis inadequados de atividade física são preocupantes, considerando as substanciais evidências epidemiológicas que demonstram a associação entre atividade física e redução do risco de câncer de cólon, endométrio e mama. Por exemplo, acredita-se que níveis insuficientes de atividade física sejam responsáveis ​​por 9% dos casos de câncer de mama e 10% dos casos de câncer de cólon na Europa. Em contrapartida, as evidências de um efeito benéfico da atividade física são menos consistentes para cânceres de pulmão, pâncreas, ovário, próstata, rim e estômago. Os mecanismos biológicos subjacentes à associação entre atividade física e risco de câncer ainda não estão completamente definidos, mas possíveis vias etiológicas incluem resistência à insulina, fatores de crescimento, adipocitocinas, hormônios esteroides e função imunológica. Nos últimos anos, o comportamento sedentário emergiu como um potencial determinante independente do risco de câncer. Em sobreviventes de câncer, a atividade física demonstrou efeitos positivos na composição corporal, aptidão física, qualidade de vida, ansiedade e autoestima. A atividade física também pode trazer benefícios em relação à sobrevida do câncer, mas são necessárias mais evidências que relacionem o aumento da atividade física à sobrevida prolongada. Estudos futuros utilizando novas tecnologias – como acelerômetros e ferramentas eletrônicas – contribuirão para avaliações mais precisas da atividade física. Esses avanços na mensuração da atividade física ajudarão a esclarecer a relação entre atividade física, risco de câncer e sobrevida. Considerando as evidências existentes, a quarta edição do Código Europeu contra o Câncer recomenda que as pessoas sejam fisicamente ativas no dia a dia e limitem o tempo gasto sentadas.