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Altered eating experience during GLP-1 receptor agonist therapy: a sensory–liking–wanting framework for food preference and nutritional behaviour

Artigo de periódico
Altered eating experience during GLP-1 receptor agonist therapy: a sensory–liking–wanting framework for food preference and nutritional behaviour
2026
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Hoja de publicación

Nome da publicação: Altered eating experience during GLP-1 receptor agonist therapy: a sensory–liking–wanting framework for food preference and nutritional behaviour

Autores: Jiayi Du, Zhuo Yang, Yan Chen

Fuente: Frontiers in Nutrition

Publicado en: 2026

Tipo de archivo: Artigo de periódico

Tipo de estudio: Revisão

Enlace al original

Resumen

Eating experience is shaped not only by oral sensory input, but also by hedonic evaluation, interoceptive state, and cue-driven motivation. Glucagon-like peptide-1 receptor agonists (GLP-1RAs), widely used for obesity treatment, offer a clinically relevant model for examining how these processes interact during appetite regulation. Some patients receiving GLP-1RAs report that food tastes different, is less enjoyable, or becomes less tempting, yet these experiences are often grouped together as “taste changes.” This review argues that such reports should be interpreted through a sensory–liking–wanting framework rather than as evidence of a uniform gustatory disorder. We synthesise evidence from peripheral taste signalling, brainstem interoceptive integration, and central food reward pathways. Current evidence does not support a consistent primary impairment of basic gustatory function during GLP-1RA treatment. Instead, altered eating experience appears more consistent with state-dependent food revaluation and reduced reward-driven motivation. However, these responses are heterogeneous and may include limited response, persistent appetite, weight regain, or atypical behavioural phenotypes in some individuals. This framework may help clarify how incretin-based therapies influence food preference, dietary intake, nutritional behaviour, and treatment adherence.

Resumen traducido por

A experiência alimentar é moldada não apenas pela entrada sensorial oral, mas também pela avaliação hedônica, pelo estado interoceptivo e pela motivação guiada por estímulos. Os agonistas do receptor do peptídeo-1 semelhante ao glucagon (GLP-1RAs), amplamente utilizados no tratamento da obesidade, oferecem um modelo clinicamente relevante para examinar como esses processos interagem durante a regulação do apetite. Alguns pacientes que recebem GLP-1RAs relatam que a comida tem um gosto diferente, é menos prazerosa ou se torna menos apetitosa; no entanto, essas experiências são frequentemente agrupadas como "alterações no paladar". Esta revisão argumenta que tais relatos devem ser interpretados por meio de uma estrutura sensorial-agradável-desejadora, em vez de como evidência de um distúrbio gustativo uniforme. Sintetizamos evidências da sinalização gustativa periférica, da integração interoceptiva do tronco encefálico e das vias centrais de recompensa alimentar. As evidências atuais não sustentam um comprometimento primário consistente da função gustativa básica durante o tratamento com GLP-1RA. Em vez disso, a experiência alimentar alterada parece mais consistente com a reavaliação alimentar dependente do estado e a redução da motivação guiada pela recompensa. No entanto, essas respostas são heterogêneas e podem incluir resposta limitada, apetite persistente, reganho de peso ou fenótipos comportamentais atípicos em alguns indivíduos. Essa estrutura pode ajudar a esclarecer como as terapias baseadas em incretinas influenciam a preferência alimentar, a ingestão alimentar, o comportamento nutricional e a adesão ao tratamento.