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Socioeconomic, demographic and geographic determinants of food consumption in Mexico

Artigo de periódico
Socioeconomic, demographic and geographic determinants of food consumption in Mexico
2023
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Hoja de publicación

Nome da publicação: Socioeconomic, demographic and geographic determinants of food consumption in Mexico

Autores: Louise Guibrunet, Ana G. Ortega-Avila, Esperanza Arnés, Francisco Mora Ardila,Editor: Guillermo Salinas-Escudero

Fuente: PLOS ONE

Publicado en: 2023

Tipo de archivo: Artigo de periódico

Enlace al original

Resumen

What people eat affects public health and human wellbeing, agricultural production, and environmental sustainability. This paper explores the heterogeneity of food consumption patterns in an ecologically and culturally diverse country. Using a latent class approach (which creates clusters of individuals with homogeneous characteristics), we analyse a food questionnaire (from the National Health and Nutrition Survey) applied across Mexico. We identify four clusters of food consumption (staple, prudent, high meat and low fruit) and find that belonging to these clusters is determined by socioeconomic, demographic (age, sex) and geographic (region, urban/rural) characteristics. Maize and pulses tend to constitute a larger proportion of the diet of poor, rural populations living in the south, while urban populations eat more varied foods, including ingredients whose production systems tend to exert more pressure on natural resources (for instance, meat). Despite the importance given in the literature to the Mexican gastronomy and its diverse traditional regional diets, we find that only 6% of the population adopts a food consumption pattern resembling the traditional Mexican diet. Instead, most of the Mexican population has a food consumption pattern resembling a western diet, which is problematic in terms of public health and environmental sustainability.

Resumen traducido por

O que as pessoas comem afeta a saúde pública e o bem-estar humano, a produção agrícola e a sustentabilidade ambiental. Este artigo explora a heterogeneidade dos padrões de consumo alimentar num país ecológica e culturalmente diverso. Utilizando uma abordagem de classe latente (que cria agrupamentos de indivíduos com características homogêneas), analisamos um questionário alimentar (da Pesquisa Nacional de Saúde e Nutrição) aplicado em todo o México. Identificamos quatro grupos de consumo de alimentos (básico, prudente, alto consumo de carne e baixo consumo de frutas) e descobrimos que pertencer a estes grupos é determinado por características socioeconómicas, demográficas (idade, sexo) e geográficas (região, urbana/rural). O milho e as leguminosas tendem a constituir uma proporção maior da dieta das populações rurais pobres que vivem no sul, enquanto as populações urbanas comem alimentos mais variados, incluindo ingredientes cujos sistemas de produção tendem a exercer mais pressão sobre os recursos naturais (por exemplo, carne). Apesar da importância dada na literatura à gastronomia mexicana e às suas diversas dietas tradicionais regionais, constatamos que apenas 6% da população adota um padrão de consumo alimentar semelhante à dieta tradicional mexicana. Em vez disso, a maior parte da população mexicana tem um padrão de consumo alimentar semelhante a uma dieta ocidental, o que é problemático em termos de saúde pública e sustentabilidade ambiental.