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Association between Urban public service facility density and chronic disease Incidence: empirical evidence from Texas, the US

Artigo de periódico
Association between Urban public service facility density and chronic disease Incidence: empirical evidence from Texas, the US
2025
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Ficha da publicação

Nome da publicação: Association between Urban public service facility density and chronic disease Incidence: empirical evidence from Texas, the US

Autores: Fule Ma, Ye Yuan, Yike Tang

Fonte: Frontiers of Urban and Rural Planning

Publicado em: 2025

Tipo de arquivo: Artigo de periódico

Tipo de estudo: Estudo observacional

Link para o original

Resumo

Public service facility density, as a fundamental characteristic of urban built environments, exerts long-term cumulative effects on residents' physical and mental health. While existing research has extensively explored relationships between specific public service facilities and individual chronic diseases, few studies have adopted a comprehensive perspective to examine: (1) the differential impacts of coexisting facility types on various chronic conditions, and (2) distinct patterns of facility influence across different diseases. To address these gaps, we employed gradient-boosted decision trees and SHAP analysis using data from 254 counties in Texas, quantifying the relative importance of eight facility categories across eight chronic diseases and their nonlinear associations. Our findings reveal significant facility-specific influences (particularly public transit stations, cultural/recreational facilities, supermarkets, and fast-food/convenience stores) on cancer, asthma, obesity, hypertension and depression, each exhibited distinct nonlinear patterns, with behavioral pathways potentially mediating these relationships. These insights establish facility density as a valuable metric for assessing regional chronic disease risks and inform strategies for optimizing the spatial layout of urban public service facilities to promote public health.

Resumo traduzido por

A densidade de instalações de serviço público, como uma característica fundamental dos ambientes urbanos construídos, exerce efeitos cumulativos de longo prazo na saúde física e mental dos residentes. Embora a pesquisa existente tenha explorado extensivamente as relações entre instalações de serviço público específicas e doenças crônicas individuais, poucos estudos adotaram uma perspectiva abrangente para examinar: (1) os impactos diferenciais de tipos de instalações coexistentes em várias condições crônicas e (2) padrões distintos de influência das instalações em diferentes doenças. Para abordar essas lacunas, empregamos árvores de decisão impulsionadas por gradiente e análise SHAP usando dados de 254 condados no Texas, quantificando a importância relativa de oito categorias de instalações em oito doenças crônicas e suas associações não lineares. Nossas descobertas revelam influências significativas específicas das instalações (particularmente estações de transporte público, instalações culturais/recreativas, supermercados e lojas de fast-food/conveniência) sobre câncer, asma, obesidade, hipertensão e depressão, cada uma exibindo padrões não lineares distintos, com vias comportamentais potencialmente mediando essas relações. Essas percepções estabelecem a densidade de instalações como uma métrica valiosa para avaliar riscos regionais de doenças crônicas e informam estratégias para otimizar o layout espacial de instalações de serviços públicos urbanos para promover a saúde pública.