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The role of exercise and nutrition in modulating inflammatory cytokines activity for obesity management

Artigo de periódico
The role of exercise and nutrition in modulating inflammatory cytokines activity for obesity management
2025
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Ficha da publicação

Nome da publicação: The role of exercise and nutrition in modulating inflammatory cytokines activity for obesity management

Autores: Sara Sobreviela Sánchez, Ravi Giusfredi Quevedo, Tiago Fernandes, Guilherme Wesley Peixoto Da Fonseca

Fonte: Frontiers in Endocrinology

Publicado em: 2025

Tipo de arquivo: Artigo de periódico

Tipo de estudo: Revisão

Link para o original

Resumo

Obesity is recognized as a systemic disease characterized by chronic, low-grade inflammation. The persistent inflammatory state can be driven by secretion of cytokines from adipose tissue, also known as adipokines. In patients with obesity, adipose tissue releases elevated levels of pro-inflammatory cytokines that can have an autocrine and paracrine function. The main cytokines involved in this process include tumor necrosis factor alpha (TNF-α), interleukin-6, and interleukin-1 beta (IL-1β). These molecules actively contribute to metabolic dysregulation by interfering with insulin signaling pathways and facilitating the infiltration of immune cells into adipose tissue. Thus, a vicious cycle can be established in which inflammation perpetuates metabolic disturbances, increasing the risk of developing cardiovascular disease, type II diabetes mellitus, and other chronic conditions. On the other hand, physical exercise can release myokines with anti-inflammatory properties, such as interleukin-6 and irisin, which can positively modulate immune response. Regular physical activity and healthy eating patterns emerge as essential tools to counteract low-grade inflammation. A diet rich in bioactive compounds, such as antioxidants and polyunsaturated fatty acids, may also regulate cytokine expression, reinforcing the role of nutrition as a therapeutic strategy for obesity management. In conclusion, the role of inflammatory cytokines in obesity is central and managing their activity through non-pharmacological interventions, combining exercise and nutrition, represents a powerful tool to prevent long-term complications. However, more studies are needed to elucidate the exact molecular mechanisms by which nutrition and exercise modulate inflammation in obesity, in order to develop more effective interventions.

Resumo traduzido por

A obesidade é reconhecida como uma doença sistêmica caracterizada por inflamação crônica de baixo grau. O estado inflamatório persistente pode ser causado pela secreção de citocinas do tecido adiposo, também conhecidas como adipocinas. Em pacientes com obesidade, o tecido adiposo libera níveis elevados de citocinas pró-inflamatórias que podem ter função autócrina e parácrina. As principais citocinas envolvidas nesse processo incluem o fator de necrose tumoral alfa (TNF-α), a interleucina-6 e a interleucina-1 beta (IL-1β). Essas moléculas contribuem ativamente para a desregulação metabólica, interferindo nas vias de sinalização da insulina e facilitando a infiltração de células imunes no tecido adiposo. Assim, um ciclo vicioso pode ser estabelecido no qual a inflamação perpetua distúrbios metabólicos, aumentando o risco de desenvolver doenças cardiovasculares, diabetes mellitus tipo II e outras condições crônicas. Por outro lado, o exercício físico pode liberar miocinas com propriedades anti-inflamatórias, como a interleucina-6 e a irisina, que podem modular positivamente a resposta imune. A atividade física regular e padrões alimentares saudáveis surgem como ferramentas essenciais para combater a inflamação de baixo grau. Uma dieta rica em compostos bioativos, como antioxidantes e ácidos graxos poli-insaturados, também pode regular a expressão de citocinas, reforçando o papel da nutrição como estratégia terapêutica para o controle da obesidade. Em conclusão, o papel das citocinas inflamatórias na obesidade é central, e o controle de sua atividade por meio de intervenções não farmacológicas, combinando exercício e nutrição, representa uma ferramenta poderosa para prevenir complicações a longo prazo. No entanto, mais estudos são necessários para elucidar os mecanismos moleculares exatos pelos quais a nutrição e o exercício modulam a inflamação na obesidade, a fim de desenvolver intervenções mais eficazes.