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The obesity-brain axis: a comprehensive review of neurological complications and therapeutic interventions in metabolic syndrome

Favoritos do PBO Artigo de periódico
The obesity-brain axis: a comprehensive review of neurological complications and therapeutic interventions in metabolic syndrome
2026
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Ficha da publicação

Nome da publicação: The obesity-brain axis: a comprehensive review of neurological complications and therapeutic interventions in metabolic syndrome

Autores: Amin Roshdy Soliman, Ebtesam Fahmy, Rabab Mahmoud Ahmed

Fonte: Diabetology &, Metabolic Syndrome

Publicado em: 2026

Tipo de arquivo: Artigo de periódico

Link para o original

Resumo

Obesity has emerged as a major global health issue, affecting multiple organ systems. Within the central nervous system obesity causes a series of disruptions that can significantly affect neurological function. Identifying obesity as a modifiable risk factor presents opportunities for preventive and therapeutic strategies that may significantly diminish neurological sequelae.
Obesity is a modifiable contributor to many neurological disorders. Identifying at‑risk individuals early and adopting healthier daily habits, following tailored diets and managing weight effectively may help lessen the neurological consequences of obesity. Continued research is essential to clarify underlying mechanisms and refine treatment strategies for different patient groups.

Resumo traduzido por

A obesidade emergiu como um importante problema de saúde global, afetando múltiplos sistemas orgânicos. No sistema nervoso central, a obesidade causa uma série de disfunções que podem afetar significativamente a função neurológica. Identificar a obesidade como um fator de risco modificável oferece oportunidades para estratégias preventivas e terapêuticas que podem diminuir significativamente as sequelas neurológicas.
A obesidade é um fator modificável que contribui para muitos distúrbios neurológicos. Identificar precocemente indivíduos em risco e adotar hábitos diários mais saudáveis, seguir dietas personalizadas e controlar o peso de forma eficaz pode ajudar a reduzir as consequências neurológicas da obesidade. A continuidade das pesquisas é essencial para esclarecer os mecanismos subjacentes e aprimorar as estratégias de tratamento para diferentes grupos de pacientes.

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Por que o tema é relevante?

O ponto central do tema é a consolidação do conceito de “eixo obesidade-cérebro”, que evidencia como alterações metabólicas e inflamatórias decorrentes da obesidade afetam diretamente a função neurológica. Esses efeitos incluem inflamação crônica, estresse oxidativo, resistência à insulina cerebral e disfunção da barreira hematoencefálica.

Qual é o objetivo do estudo?

Revisar as evidências entre obesidade e doenças neurológicas, abordando mecanismos biológicos, manifestações clínicas e estratégias terapêuticas e preventivas.

Quais as principais conclusões?

O artigo conclui que a obesidade impacta negativamente a saúde neurológica por meio de mecanismos como inflamação crônica, estresse oxidativo, resistência à insulina cerebral e disfunção da barreira hematoencefálica, levando a dano neuronal e maior risco de neurodegeneração.
Esses processos estão associados a diversos desfechos clínicos, incluindo o maior risco de declínio cognitivo em adultos jovens e de meia-idade, além de aumento do risco e antecipação do início da doença de Alzheimer. No caso das doenças cerebrovasculares, evidências indicam que indivíduos com obesidade apresentam um risco de acidente vascular cerebral entre 7% e 37% maior em comparação a indivíduos com peso adequado, com incremento aproximado de 4% no risco a cada aumento de 5 kg/m² no índice de massa corporal.
Além disso, a obesidade aumenta o risco de enxaqueca crônica (em até 5 vezes), piora a progressão da esclerose múltipla e está fortemente ligada à hipertensão intracraniana idiopática e a neuropatias periféricas. O impacto é mais significativo na meia-idade, período crítico para o desenvolvimento de demência e eventos cerebrovasculares.
Um dos pontos centrais do estudo é que a obesidade constitui um fator de risco modificável, e que intervenções podem reduzir esses riscos, como restrição calórica, atividade física regular e padrões alimentares demonstram benefícios na função cognitiva. A perda de peso, entre 5% e 10%, já é capaz de gerar melhorias metabólicas relevantes, enquanto intervenções mais intensivas, como cirurgia bariátrica, podem reduzir a frequência e a intensidade de enxaquecas e melhorar outros desfechos neurológicos.