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Genetic determinants of BMI, diet, and fitness interact to partially explain anthropometric obesity traits but not the metabolic consequences of obesity in men and women

Favoritos do PBO Artigo de periódico
Genetic determinants of BMI, diet, and fitness interact to partially explain anthropometric obesity traits but not the metabolic consequences of obesity in men and w...
2026
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Ficha da publicação

Nome da publicação: Genetic determinants of BMI, diet, and fitness interact to partially explain anthropometric obesity traits but not the metabolic consequences of obesity in men and women

Autores: Carmen E. Arrington, Debra K. M. Tacad, Hooman Allayee, Kristen J. Sutton, Catherine Dombroski, Nancy L. Keim, John W. Newman, Brian J. Bennett

Fonte: International Journal of Obesity

Publicado em: 2026

Tipo de arquivo: Artigo de periódico

Tipo de estudo: Estudo observacional

Link para o original

Resumo

Understanding how genetic factors interact with diet and lifestyle to influence obesity is critical as we move towards models of precision nutrition and medicine.
The genetic factors influencing BMI appear to differ from those contributing to measures of adiposity and metabolic consequences of obesity. Genetic risk of high BMI was validated in this cohort, but sex, RMR, and fitness are the more refined determinants of adiposity and dysregulated metabolism in this healthy population. Future research should be sure to utilize genetic risk predictors specifically associated with maladaptive obesity traits rather than more broad associated phenotypes.

Resumo traduzido por

Compreender como os fatores genéticos interagem com a dieta e o estilo de vida para influenciar a obesidade é fundamental à medida que avançamos em direção a modelos de nutrição e medicina de precisão.
Os fatores genéticos que influenciam o IMC parecem diferir daqueles que contribuem para as medidas de adiposidade e consequências metabólicas da obesidade. O risco genético de IMC elevado foi validado nesta coorte, mas sexo, taxa metabólica de repouso (TMR) e condicionamento físico são determinantes mais precisos da adiposidade e do metabolismo desregulado nesta população saudável. Pesquisas futuras devem utilizar preditores de risco genético especificamente associados a características de obesidade maladaptativa, em vez de fenótipos associados de forma mais ampla.

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Por que o tema é relevante?

A obesidade é uma condição complexa e multifatorial, associada a diversas doenças crônicas. Compreender como fatores genéticos interagem com elementos modificáveis (como dieta, nível de atividade física e taxa metabólica) é essencial para avançar em estratégias de medicina e nutrição de precisão. Além disso, é necessário diferenciar melhor os determinantes do acúmulo de gordura corporal daqueles relacionados às consequências metabólicas da obesidade.

Qual é o objetivo do estudo?

Avaliar como fatores genéticos e fatores de estilo de vida influenciam a composição corporal e os fatores de risco da síndrome metabólica.

Quais as principais conclusões?

Os resultados do estudo aprofundam a compreensão de que a obesidade é determinada por múltiplos fatores, e que a contribuição genética, embora relevante, é limitada quando se trata de explicar a complexidade do fenótipo e, principalmente, suas consequências metabólicas.
O escore de risco poligênico (PRS) apresentou capacidade moderada de prever o IMC, explicando cerca de 15,6% da sua variação, reduzida para 11,3% após ajustes por idade, sexo e estrutura genética populacional, indicando influência genética moderada sobre o tamanho corporal.
Entretanto, para desfechos mais específicos, como gordura corporal, triglicerídeos, HDL e pressão arterial, a contribuição genética foi pequena, geralmente inferior a 3%. Exceções ocorreram para circunferência da cintura (≈10,1%) e índice de massa magra (≈6,6%). Esses resultados sugerem que os genes associados ao IMC estão mais relacionados ao tamanho corporal global do que à distribuição de gordura ou à disfunção metabólica.
A associação entre risco genético e consequências metabólicas também foi limitada, sendo significativa apenas para circunferência da cintura e glicemia. Em contraste, fatores modificáveis, como taxa metabólica de repouso, aptidão física e qualidade da dieta, apresentaram maior influência sobre a composição corporal e alguns indicadores de adiposidade.
Mesmo em modelos que integraram variáveis genéticas e comportamentais, metabolismo e condicionamento físico mostraram maior impacto que o risco genético. Esses achados indicam que os determinantes genéticos do IMC não correspondem necessariamente aos fatores que explicam as alterações metabólicas da obesidade, reforçando que mesmo indivíduos com alto risco genético podem se beneficiar de mudanças no estilo de vida, indicando a importância de abordagens integradas na prevenção e tratamento da obesidade.