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Mechanisms linking obesity, insulin resistance, and alzheimer’s disease: effects of polyphenols and omega-3 polyunsaturated fatty acids

Artigo de periódico
Mechanisms linking obesity, insulin resistance, and alzheimer’s disease: effects of polyphenols and omega-3 polyunsaturated fatty acids
2025
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Ficha da publicação

Nome da publicação: Mechanisms linking obesity, insulin resistance, and alzheimer’s disease: effects of polyphenols and omega-3 polyunsaturated fatty acids

Autores: Mahsa Yavari, Nishan Sudheera Kalupahana, Breanna N. Harris, Latha Ramalingam, Yujiao Zu, Chanaka Nadeeshan Kahathuduwa, Naima Moustaid-Moussa

Fonte: Nutrients

Publicado em: 2025

Tipo de arquivo: Artigo de periódico

Tipo de estudo: Revisão

Link para o original

Resumo

Alzheimer’s disease (AD) is a complex neurodegenerative disorder characterized by progressive cognitive decline, memory loss, and behavioral changes. It poses a significant global health challenge. AD is associated with the accumulation of amyloid-β (Aβ) plaques and neurofibrillary tangles (NFTs) in the brain, along with chronic inflammation, dysfunctional neurons, and synapse loss. While the prevalence of AD continues to rise, the current FDA-approved drugs offer only limited effectiveness. Emerging evidence suggests that obesity, insulin resistance (IR), and type 2 diabetes mellitus (T2DM) are also implicated in AD pathogenesis, with epidemiological studies and animal models confirming the impact of IR on Aβ accumulation, and high-fat diets also exacerbating Aβ accumulation. Since neuroinflammation activated by Aβ involves the nuclear factor kappa-light-chain-enhancer of the activated B cell (NF-κB) pathway, the inhibition of NF-κB and NLRP3 inflammasome activation are potential therapeutic strategies in AD. Bioactive compounds, including polyphenols (resveratrol, epigallocatechin-3-gallate, curcumin, and quercetin), and omega-3 polyunsaturated fatty acids, show promising results in animal studies and clinical trials for reducing Aβ levels, improving cognition and modulating the signaling pathways implicated in AD. This review explores the interplay between obesity, IR, inflammation, and AD pathology, emphasizing the potential of dietary compounds and their role in reducing inflammation, oxidative stress, and cognitive decline, as viable strategies for AD prevention and treatment. By integrating epidemiological findings, observational studies, and clinical trials, this review aims to provide a comprehensive understating of how metabolic dysfunctions and bioactive compounds influence AD progression.

Resumo traduzido por

A doença de Alzheimer (DA) é uma doença neurodegenerativa complexa caracterizada por declínio cognitivo progressivo, perda de memória e alterações comportamentais. Ela representa um desafio significativo para a saúde global. A DA está associada ao acúmulo de placas de β-amiloide (Aβ) e emaranhados neurofibrilares (ENFs) no cérebro, juntamente com inflamação crônica, disfunção neuronal e perda sináptica. Embora a prevalência da DA continue a aumentar, os medicamentos atualmente aprovados pelo FDA oferecem eficácia limitada. Evidências emergentes sugerem que a obesidade, a resistência à insulina (RI) e o diabetes mellitus tipo 2 (DM2) também estão implicados na patogênese da DA, com estudos epidemiológicos e modelos animais confirmando o impacto da RI no acúmulo de Aβ, e dietas ricas em gordura também exacerbando esse acúmulo. Como a neuroinflamação ativada pelo Aβ envolve a via do fator nuclear kappa B (NF-κB), a inibição da ativação do NF-κB e do inflamassoma NLRP3 representa uma estratégia terapêutica potencial na doença de Alzheimer (DA). Compostos bioativos, incluindo polifenóis (resveratrol, epigalocatequina-3-galato, curcumina e quercetina) e ácidos graxos poli-insaturados ômega-3, demonstram resultados promissores em estudos com animais e ensaios clínicos para a redução dos níveis de Aβ, melhora da cognição e modulação das vias de sinalização implicadas na DA. Esta revisão explora a interação entre obesidade, resistência à insulina (RI), inflamação e patologia da DA, enfatizando o potencial de compostos dietéticos e seu papel na redução da inflamação, do estresse oxidativo e do declínio cognitivo como estratégias viáveis para a prevenção e o tratamento da DA. Ao integrar achados epidemiológicos, estudos observacionais e ensaios clínicos, esta revisão visa proporcionar uma compreensão abrangente de como as disfunções metabólicas e os compostos bioativos influenciam a progressão da DA.