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Microbiota intestinal, disbiose, nutrição e doença de Alzheimer: existe alguma relação?

Tese/Dissertação
Microbiota intestinal, disbiose, nutrição e doença de Alzheimer: existe alguma relação?
2021
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Ficha da publicação

Nome da publicação: Microbiota intestinal, disbiose, nutrição e doença de Alzheimer: existe alguma relação?

Autores: Denise de Carvalho Lima Martinez

Publicado em: 2021

Tipo de arquivo: Tese/Dissertação

Link para o original

Resumo

A microbiota intestinal humana (MI) consiste em um grupo de microorganismos que
residem no trato digestivo, em uma relação simbiótica com o hospedeiro. Existe um
eixo intestino-cérebro, um sistema de comunicação bidirecional neuro-humoral, que
integra o intestino e o cérebro do hospedeiro. O desequilíbrio da MI (disbiose) pode
aumentar a permeabilidade da barreira intestinal e comprometer as vias de
comunicação desse eixo. Disfunções no eixo microbiota-intestino-cérebro têm sido
associadas a doenças do sistema nervoso central, como a doença de Alzheimer (DA)
e outras doenças neurodegenerativas associadas ao envelhecimento. A DA é
caracterizada clinicamente por um declínio progressivo e gradual na função cognitiva
e neuropatologicamente pela presença de depósitos de placas extracelulares de
peptídeo beta amiloide (Aβ) e por emaranhados neurofibrilares de proteína tau.
Estudos em humanos e com modelos animais indicam que dietas com uma
alimentação balanceada podem proporcionar benefícios, restabelecendo a eubiose
intestinal. Essas descobertas fornecem evidências de compostos e de nutrientes
potencialmente viáveis para a prevenção e tratamento da DA. O objetivo desta revisão
literária é resumir e discutir as descobertas atuais que podem elucidar o papel da dieta
na MI, a relação com o eixo intestino-cérebro e com as funções cognitivas. O
entendimento desses mecanismos pode estimular a adoção de estratégias de
prevenção e terapêuticas para a DA.