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Políticas públicas de saúde coletiva: estratégias para reduzir desigualdades e promover equidade no acesso e qualidade da atenção à saúde

Artigo de periódico
Políticas públicas de saúde coletiva: estratégias para reduzir desigualdades e promover equidade no acesso e qualidade da atenção à saúde
2024
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Ficha da publicação

Nome da publicação: Políticas públicas de saúde coletiva: estratégias para reduzir desigualdades e promover equidade no acesso e qualidade da atenção à saúde

Autores: José Mário dos Santos Cardoso; Bárbara Monique Alves Desidério; Danyele Rodrigues de Lira; Liliane Lima da Silva; Carla Biatriz Melo da Rocha; Thamyres Maria Silva Barbosa; Xayenne Sousa de Oliveira; Elainy Krisnha Sampaio Santiago; Carlos Eugênio da Costa Vieira; Maria Tarcila Rabelo Pinheiro; Aline Pacheco Eugênio e Flávio Júnior Barbosa Figueiredo

Fonte: ARACÊ

Publicado em: 2024

Tipo de arquivo: Artigo de periódico

Tipo de estudo: Revisão

Link para o original

Resumo

Este estudo teve como meta examinar as políticas públicas de saúde coletiva e as estratégias que visam diminuir desigualdades e promover a equidade no acesso e na qualidade dos serviços de saúde. Através de uma revisão integrativa da literatura, foram analisados oito artigos publicados entre 2014 e 2024, selecionados das bases PubMed, SciELO e LILACS, utilizando termos relacionados à equidade em saúde, políticas públicas e determinantes sociais. As informações foram organizadas em categorias temáticas que contemplam atenção primária, determinantes sociais da saúde, regionalização e intersetorialidade. Os achados indicam que a atenção primária, em particular por meio da Estratégia Saúde da Família, exerce um papel vital na ampliação do acesso aos serviços de saúde. Contudo, enfrenta desafios significativos devido à falta de financiamento adequado e às políticas de austeridade. Os determinantes sociais da saúde, como moradia, saneamento básico e educação, são considerados elementos essenciais para promover a equidade, embora as iniciativas intersetoriais frequentemente enfrentem barreiras para uma boa articulação. A regionalização se destaca como uma abordagem promissora para mitigar desigualdades regionais, mas ainda necessita de recursos e capacidade técnica para atender adequadamente às demandas locais. Ademais, questões relacionadas a desigualdades de gênero e raça evidenciam a urgência de implementar políticas mais inclusivas. Conclui-se que, embora avanços tenham sido alcançados, a efetividade das políticas públicas é limitada por barreiras estruturais, financeiras e institucionais. O fortalecimento das políticas existentes, por meio de investimentos consistentes e maior integração entre setores, é essencial para consolidar sistemas de saúde mais justos e equitativos, alinhados às necessidades da população.