Ultra-Processed Diets Cause Excess Calorie Intake and Weight Gain: An Inpatient Randomized Controlled Trial of Ad Libitum Food Intake
Nome da publicação: Ultra-Processed Diets Cause Excess Calorie Intake and Weight Gain: An Inpatient Randomized Controlled Trial of Ad Libitum Food Intake
Autores: Kevin D. Hall, Alexis Ayuketah, Robert Brychta, Hongyi Cai, Thomas Cassimatis, Kong Y. Chen, Stephanie T. Chung, Elise Costa, Amber Courville, Valerie Darcey, Laura A. Fletcher, Ciaran G. Forde, Ahmed M. Gharib, Juen Guo, Rebecca Howard, Paule V. Joseph, Suzanne McGehee, Ronald Ouwerkerk, Klaudia Raisinger, Irene Rozga, Michael Stagliano, Mary Walter, Peter J. Walter, Shanna Yang, Megan Zhou
Fonte: Cell Metabolism
Publicado em: 2019
Tipo de arquivo: Artigo de periódico
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We investigated whether ultra-processed foods affect energy intake in 20 weight-stable adults, aged (mean ± SE) 31.2 ± 1.6 years and BMI = 27 ± 1.5 kg/m2. Subjects were admitted to the NIH Clinical Center and randomized to receive either ultra-processed or unprocessed diets for 2 weeks immediately followed by the alternate diet for 2 weeks. Meals were designed to be matched for presented calories, energy density, macronutrients, sugar, sodium, and fiber. Subjects were instructed to consume as much or as little as desired. Energy intake was greater during the ultra-processed diet (508 ± 106 kcal/day; p = 0.0001), with increased consumption of carbohydrate (280 ± 54 kcal/day; p < 0.0001) and fat (230 ± 53 kcal/day; p = 0.0004), but not protein (−2 ± 12 kcal/day; p = 0.85). Weight changes were highly correlated with energy intake (r = 0.8, p < 0.0001), with participants gaining 0.9 ± 0.3 kg (p = 0.009) during the ultra-processed diet and losing 0.9 ± 0.3 kg (p = 0.007) during the unprocessed diet. Limiting consumption of ultra-processed foods may be an effective strategy for obesity prevention and treatment.
Resumo traduzido por 
Nós investigamos se os alimentos ultraprocessados afetam a ingestão de energia em 20 adultos com peso estável, idade (média ± EP) 31,2 ± 1,6 anos e IMC = 27 ± 1,5 kg/m2. Os indivíduos foram internados no NIH Clinical Center e randomizados para receber dietas ultraprocessadas ou não processadas por 2 semanas, seguidas imediatamente pela dieta alternativa por 2 semanas. As refeições foram elaboradas para serem combinadas de acordo com as calorias apresentadas, densidade energética, macronutrientes, açúcar, sódio e fibras. Os indivíduos foram instruídos a consumir tanto ou tão pouco quanto desejado. O consumo energético foi maior durante a dieta ultraprocessada (508 ± 106 kcal/dia; p = 0,0001), com aumento do consumo de carboidratos (280 ± 54 kcal/dia; p < 0,0001) e gordura (230 ± 53 kcal/dia); p = 0,0004), mas não proteína (−2 ± 12 kcal/dia; p = 0,85). As alterações de peso foram altamente correlacionadas com a ingestão de energia (r = 0,8, p < 0,0001), com os participantes ganhando 0,9 ± 0,3 kg (p = 0,009) durante a dieta ultraprocessada e perdendo 0,9 ± 0,3 kg (p = 0,007) durante a dieta não processada. dieta. Limitar o consumo de alimentos ultraprocessados pode ser uma estratégia eficaz para prevenção e tratamento da obesidade.