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Biblioteca

Feminização do envelhecimento: um fenômeno multifacetado muito além dos números

Artigo de periódico
Feminização do envelhecimento: um fenômeno multifacetado muito além dos números
2021
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Publication sheet

Nome da publicação: Feminização do envelhecimento: um fenômeno multifacetado muito além dos números

Authors: Vanessa Martines Cepellos

Source: Revista de Administração de Empresas

Published in: 2021

File type: Artigo de periódico

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Summary

Esta pensata apresenta a ampliação da concepção de feminização do envelhecimento ao contemplar as condições atreladas às relações de trabalho de mulheres em processo de envelhecimento. Geralmente, a feminização do envelhecimento está relacionada, exclusivamente, ao fato de que há mais mulheres do que homens na população idosa, especialmente no Brasil. Por meio de um embasamento teórico, foi possível ampliar a concepção do fenômeno a partir de três eixos: a constituição da feminização do envelhecimento, as feições de quem o enfrenta e, por fim, as necessidades das mulheres em processo de envelhecimento e estratégias de transformação no contexto de trabalho. Esses elementos permitem defender que o fenômeno é complexo e multifacetado, indo além dos aspectos quantitativos de um maior número de idosas do que homens idosos no País. Observou-se que essas mulheres enfrentam dificuldades com relação à inserção, manutenção e progressão em suas carreiras por conta do preconceito de gênero e idade, além de outros desafios profissionais. Essa ampliação do conceito revelou a fragilidade de suporte e atenção a esse grupo social nas organizações, o que permite argumentar que há a necessidade de maior enfrentamento e conscientização de profissionais e gestores para uma efetiva transformação no mundo do trabalho dessas mulheres.

Summary translated by

Esta pensata apresenta a ampliação da concepção de feminização do envelhecimento ao contemplar as condições atreladas às relações de trabalho das mulheres no processo de envelhecimento. Geralmente, a feminização do envelhecimento está relacionada, exclusivamente, ao fato de que há mais mulheres do que homens na população idosa, especialmente no Brasil. Por meio de um embasamento teórico, foi possível ampliar a concepção das especificações a partir de eixo três: a constituição da feminização do envelhecimento, as feições de quem o enfrentamento e, por fim, as necessidades das mulheres no processo de envelhecimento e estratégias de transformação sem contexto de trabalho. Esses elementos permitem defender que a característica é complexa e multifacetada, indo além dos aspectos quantitativos de um maior número de idosos do que homens idosos no País. Observe-se que essas mulheres enfrentam dificuldades com relação à inserção, manutenção e progressão em suas carreiras por conta do preconceito de gênero e idade, além de outros desafios profissionais. Essa ampliação do conceito revelou a fragilidade de suporte e atenção a esse grupo social nas organizações, o que permite argumentar que há uma necessidade de maior enfrentamento e conscientização de profissionais e gestores para uma efetiva transformação no mundo do trabalho dessas mulheres.