Não possui cadastro?

Cadastre-se

Já possui conta?

Faça login

Pagamento aprovado... Acessos liberados

Seu pedido foi aprovado com sucesso

Já liberamos o acesso ao espaço exclusivo para assinantes.

Acessar área exclusiva

Pedido não processado :(

Infelizmente o seu pedido não foi processado pela operadora de cartão de crédito

Tente novamente clicando no botão abaixo

Voltar para o checkout

Biblioteca

Progress toward the 2030 targets of Brazil’s Strategic Action Plan for noncommunicable diseases: a time-series and projection analysis of risk factors

PBO Favorites Artigo de periódico
Progress toward the 2030 targets of Brazil’s Strategic Action Plan for noncommunicable diseases: a time-series and projection analysis of risk factors
2026
Acusar erro

Publication sheet

Nome da publicação: Progress toward the 2030 targets of Brazil’s Strategic Action Plan for noncommunicable diseases: a time-series and projection analysis of risk factors

Authors: Jacqueline Wahrhaftig, Gerson Ferrari, Rafael Claro, Anna Beatriz Souza Antunes, Leticia De Oliveira Cardoso, Leandro F.M. Rezende

Source: The Lancet Regional Health - Americas

Published in: 2026

File type: Artigo de periódico

Kind of study: Estudo observacional

Link to the original

Summary

Brazil's progress toward national targets for modifiable noncommunicable diseases (NCD) risk factors remains underexplored. This study analyzed trends in NCD risk factors and projected their prevalence through 2030, assessing progress toward the Strategic Action Plan for NCDs (2021–2030).
Despite progress in smoking and sugar-sweetened beverages consumption, most NCD risk factors remain off track among Brazilians living in the capitals, underscoring the need for strengthened, equity-oriented, multisectoral strategies to achieve Brazil's 2030 NCD targets.

Summary translated by

O progresso do Brasil em direção às metas nacionais para fatores de risco modificáveis ​​de doenças não transmissíveis (DNT) ainda é pouco explorado. Este estudo analisou as tendências nos fatores de risco de DNT e projetou sua prevalência até 2030, avaliando o progresso em direção ao Plano de Ação Estratégico para DNT (2021–2030).
Apesar dos avanços na redução do tabagismo e do consumo de bebidas açucaradas, a maioria dos fatores de risco para doenças crônicas não transmissíveis (DCNT) permanece fora dos níveis ideais entre os brasileiros residentes nas capitais, o que reforça a necessidade de estratégias multissetoriais, equitativas e robustas para alcançar as metas do Brasil para DCNT até 2030.

Conteúdo exclusivo para assinantes

Conheça os planos de assinatura aqui

Por que o tema é relevante?

As Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT), representam cerca de 54,7% de todas as mortes no Brasil, sendo aproximadamente 40% delas prematuras (entre 30 e 69 anos). Diante desse cenário, o Plano de Ações Estratégicas para o Enfrentamento das DCNT 2021–2030 estabelece metas nacionais para reduzir fatores de risco modificáveis que influenciam as causas dessas mortes. 

Qual é o objetivo do estudo?

Analisar as tendências temporais dos principais fatores de risco para DCNT entre 2009 e 2023 e projetar suas prevalências até 2030. 

Quais as principais conclusões?

A análise dos dados do VIGITEL indica que o Brasil tem avançado no controle de alguns fatores de risco para doenças crônicas, mas permanece distante de alcançar a maior parte das metas estabelecidas para 2030.
As projeções apontam redução expressiva do consumo regular de bebidas açucaradas, de 15,0% em 2019 para 3,2% em 2030, superando a meta nacional. O tabagismo também deverá continuar em declínio, passando de 9,8% para 4,7%.
Em contrapartida, o consumo abusivo de álcool tende a aumentar de 18,8% para 21,3%, afastando-se da meta, com crescimento mais acentuado entre as mulheres. Quanto aos fatores de proteção, os avanços previstos são modestos, como o consumo recomendado de frutas e hortaliças que deverá passar de 22,9% para 24,5%, enquanto a prática de atividade física no lazer aumentará de 39,0% para 45,3%, permanecendo aquém dos objetivos definidos para 2030.
O cenário mais preocupante refere-se à obesidade e às doenças metabólicas. A prevalência de obesidade deverá crescer de 20,3% para 28,3%, aumento de 39,4% e contrariando a meta de estabilização. Também são projetados aumentos na prevalência de diabetes, que poderá atingir 10,9%, crescimento de 47,3%, e de hipertensão, que deverá alcançar 27,3% com crescimento de 11,4%.
Embora algumas políticas públicas tenham produzido resultados positivos, fatores estruturais como o aumento do consumo de alimentos ultraprocessados, as desigualdades sociais e as limitações das estratégias continuam favorecendo o avanço da obesidade e das doenças crônicas. Assim, o país está próximo de atingir as metas relacionadas ao tabagismo e ao consumo de bebidas açucaradas, mas dificilmente alcançará os objetivos referentes à obesidade, ao consumo abusivo de álcool, à alimentação saudável e à atividade física.