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Urban health inequities and healthy longevity: traditional and emerging risk factors across the cities and policy implications

Artigo de periódico
Urban health inequities and healthy longevity: traditional and emerging risk factors across the cities and policy implications
2025
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Publication sheet

Nome da publicação: Urban health inequities and healthy longevity: traditional and emerging risk factors across the cities and policy implications

Authors: Stefano Cacciatore, Sofia Mao, Mayra Villalba Nuñez, Claudia Massaro, Luigi Spadafora, Marco Bernardi, Francesco Perone, Pierre Sabouret, Giuseppe Biondi-Zoccai, Maciej Banach, Riccardo Calvani, Matteo Tosato, Emanuele Marzetti, Francesco Landi

Source: Aging Clinical and Experimental Research

Published in: 2025

File type: Artigo de periódico

Kind of study: Revisão

Link to the original

Summary

Urbanization is reshaping global health, with over 55% of the world’s population residing in urban areas, a figure projected to reach 68% by 2050. This demographic shift presents significant challenges and opportunities for public health, as urban environments exacerbate health disparities rooted in social determinants of health, such as economic stability, education, neighborhood conditions, and access to healthcare. Rapid urban growth, particularly in low- and middle-income countries, has led to the emergence of inequitable living conditions, environmental hazards, and limited access to essential health services, contributing to the early onset of multimorbidity and rising non-communicable disease burdens. Urbanization-driven factors such as obesogenic environments, sedentary lifestyles, air pollution, and inadequate sleep exacerbate cardiovascular and metabolic risks, while social exclusion, overcrowding, and inadequate mental health services heighten vulnerabilities. Emerging risks, including urban heat islands, noise pollution, and exposure to endocrine-disrupting chemicals, further compound urban health inequities. Effective mitigation requires multi-sectoral policies that prioritize health-promoting infrastructure, reduce environmental pollutants, foster equitable healthcare access, and address systemic barriers affecting marginalized groups. This review explores the intersections between urbanization and health inequities, emphasizing the importance of addressing traditional and emerging risk factors across the lifespan. Policy implications include promoting green infrastructure, enhancing urban mobility, expanding mental health care, and leveraging participatory governance to foster resilient and inclusive cities. By adopting an integrated approach that prioritizes social equity and sustainability, cities can mitigate health disparities and create healthier, more inclusive urban environments that support the well-being of all residents.

Summary translated by

A urbanização está remodelando a saúde global, com mais de 55% da população mundial residindo em áreas urbanas, um número projetado para atingir 68% até 2050. Essa mudança demográfica apresenta desafios e oportunidades significativos para a saúde pública, já que os ambientes urbanos exacerbam as disparidades de saúde enraizadas em determinantes sociais da saúde, como estabilidade econômica, educação, condições de vizinhança e acesso a cuidados de saúde. O rápido crescimento urbano, particularmente em países de baixa e média renda, levou ao surgimento de condições de vida injustas, riscos ambientais e acesso limitado a serviços essenciais de saúde, contribuindo para o início precoce da multimorbidade e o aumento da carga de doenças crônicas não transmissíveis. Fatores impulsionados pela urbanização, como ambientes obesogênicos, estilos de vida sedentários, poluição do ar e sono inadequado, exacerbam os riscos cardiovasculares e metabólicos, enquanto a exclusão social, a superlotação e os serviços de saúde mental inadequados aumentam as vulnerabilidades. Riscos emergentes, incluindo ilhas de calor urbanas, poluição sonora e exposição a produtos químicos desreguladores endócrinos, agravam ainda mais as desigualdades em saúde urbana. Uma mitigação eficaz requer políticas multissetoriais que priorizem infraestruturas promotoras da saúde, reduzam os poluentes ambientais, promovam o acesso equitativo à saúde e enfrentem as barreiras sistêmicas que afetam grupos marginalizados. Esta revisão explora as interseções entre urbanização e desigualdades em saúde, enfatizando a importância de abordar os fatores de risco tradicionais e emergentes ao longo da vida. As implicações políticas incluem a promoção de infraestrutura verde, o aprimoramento da mobilidade urbana, a expansão dos cuidados de saúde mental e o aproveitamento da governança participativa para fomentar cidades resilientes e inclusivas. Ao adotar uma abordagem integrada que priorize a equidade social e a sustentabilidade, as cidades podem mitigar as disparidades em saúde e criar ambientes urbanos mais saudáveis e inclusivos, que contribuam para o bem-estar de todos os moradores.