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Beyond binge eating: the impact of implicit biases in healthcare on youth with disordered eating and obesity

Artigo de periódico
Beyond binge eating: the impact of implicit biases in healthcare on youth with disordered eating and obesity
2023
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Hoja de publicación

Nome da publicação: Beyond binge eating: the impact of implicit biases in healthcare on youth with disordered eating and obesity

Autores: Karyn J. Roberts, Eileen Chaves

Fuente: Nutrients

Publicado en: 2023

Tipo de archivo: Artigo de periódico

Enlace al original

Resumen

Background: Obesity and eating disorders (ED) can coexist resulting in worse health outcomes. Youth with ED are more likely to have obesity relative to peers with a healthy weight. Pediatric providers deliver first-line care to children and youth of all sizes and body shapes from infancy to adolescents. As healthcare providers (HCPs), we bring biases into our practice. Learning to recognize and address these biases is needed to provide the best care for youth with obesity. (2) Purpose: This paper aims to summarize the literature regarding the prevalence of ED beyond binge eating in youth with obesity and discuss how the intersection of weight, gender, and racial biases impact the assessment, diagnosis, and treatment of ED. We provide recommendations for practice and considerations for research and policy. (3) Conclusions: The assessment and treatment of ED and disordered eating behaviors (DEBs) in youth with obesity is complex and requires a holistic approach. This approach begins with identifying and understanding how one’s implicit biases impact care. Providing care from a patient-centers lens, which considers how the intersection of multiple stigmatized identities increases the risk for DEBs in youth with obesity may improve long-term health outcomes.

Resumen traducido por

Contexto: A obesidade e os transtornos alimentares (TA) podem coexistir, resultando em piores resultados de saúde. Jovens com TA têm mais probabilidade de ter obesidade em relação a colegas com peso saudável. Os provedores pediátricos oferecem atendimento de primeira linha a crianças e jovens de todos os tamanhos e formas corporais, desde a infância até a adolescência. Como provedores de saúde (HCPs), trazemos preconceitos para nossa prática. Aprender a reconhecer e lidar com esses preconceitos é necessário para fornecer o melhor atendimento para jovens com obesidade. (2) Objetivo: Este artigo tem como objetivo resumir a literatura sobre a prevalência de TA além da compulsão alimentar em jovens com obesidade e discutir como a intersecção de peso, gênero e preconceitos raciais impactam a avaliação, o diagnóstico e o tratamento de TA. Fornecemos recomendações para a prática e considerações para pesquisa e política. (3) Conclusões: A avaliação e o tratamento de TA e comportamentos alimentares desordenados (DEBs) em jovens com obesidade são complexos e requerem uma abordagem holística. Essa abordagem começa com a identificação e a compreensão de como os preconceitos implícitos de alguém impactam o atendimento. Fornecer atendimento a partir da perspectiva de um centro de pacientes, que considera como a intersecção de múltiplas identidades estigmatizadas aumenta o risco de DEBs em jovens com obesidade, pode melhorar os resultados de saúde a longo prazo.