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Dietary intake and food contributors of polyphenols in adults and elderly adults of Sao Paulo: a population-based study

Artigo de periódico
Dietary intake and food contributors of polyphenols in adults and elderly adults of Sao Paulo: a population-based study
2016
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Hoja de publicación

Nome da publicação: Dietary intake and food contributors of polyphenols in adults and elderly adults of Sao Paulo: a population-based study

Autores: A. M. Miranda, J. Steluti, R. M. Fisberg, D. M. Marchioni

Fuente: British Journal of Nutrition

Publicado en: 2016

Tipo de archivo: Artigo de periódico

Tipo de estudio: Estudo observacional

Enlace al original

Resumen

A comprehensive estimation of polyphenol intake is needed to gain a better understanding of the association between polyphenol-rich food intake and the potential effects of this intake on chronic diseases. The aim of this study was to estimate the intake of polyphenols and the major dietary contributors in the population of Sao Paulo. Data were obtained from the Health Survey-São Paulo (ISA-Capital 2008) and were reported for 1103 adults and elderly adults. Food intake was estimated by one 24-h dietary recall (24HR). Polyphenol intake was calculated by matching food consumption data from the 24HR with the polyphenol content in foods listed in the Phenol-Explorer database. The mean total intake of polyphenols was 377·5 (se 15·3) mg/d. The main polyphenol classes were phenolic acids (284·8 (se 15·9) mg/d) and flavonoids (54·6 (se 3·5) mg/d). Intakes were higher in the elderly adults than in other adults (P<0·001) and higher in individuals with lower educational level (P=0·01) and current smokers (P=0·02). The main dietary contributors for total polyphenols were coffee (70·5 %), citrus fruits (4·6 %) and tropical fruits (3·4 %). Coffee was the major source of polyphenols, providing 266·2 (se 16·5) mg/d, and contributed 92·3 % of the phenolic acids and 93·1 % of the alkylmethoxyphenols. These findings will be useful for assessing the potential role on health of polyphenols and specific polyphenol-rich foods, such as coffee, and enable a comparison with people from other countries.

Resumen traducido por

Uma estimativa abrangente da ingestão de polifenóis é necessária para uma melhor compreensão da associação entre o consumo de alimentos ricos em polifenóis e os potenciais efeitos dessa ingestão sobre doenças crônicas. O objetivo deste estudo foi estimar a ingestão de polifenóis e os principais contribuintes alimentares na população de São Paulo. Os dados foram obtidos da Pesquisa de Saúde de São Paulo (ISA-Capital 2008) e relatados para 1103 adultos e idosos. A ingestão alimentar foi estimada por meio de um recordatório alimentar de 24 horas (RA24h). A ingestão de polifenóis foi calculada cruzando os dados de consumo alimentar do RA24h com o teor de polifenóis nos alimentos listados no banco de dados Phenol-Explorer. A ingestão média total de polifenóis foi de 377,5 (erro padrão 15,3) mg/dia. As principais classes de polifenóis foram os ácidos fenólicos (284,8 (erro padrão 15,9) mg/dia) e os flavonoides (54,6 (erro padrão 3,5) mg/dia). A ingestão foi maior em idosos do que em outros adultos (P<0,001) e maior em indivíduos com menor nível de escolaridade (P=0,01) e fumantes (P=0,02). Os principais contribuintes dietéticos para o total de polifenóis foram o café (70,5%), frutas cítricas (4,6%) e frutas tropicais (3,4%). O café foi a principal fonte de polifenóis, fornecendo 266,2 (erro padrão 16,5) mg/dia, e contribuiu com 92,3% dos ácidos fenólicos e 93,1% dos alquilmetoxifenóis. Esses achados serão úteis para avaliar o papel potencial dos polifenóis na saúde e de alimentos específicos ricos em polifenóis, como o café, e permitirão uma comparação com pessoas de outros países.