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Descrição do evento

Os custos da obesidade são uma preocupação crescente. Há uma necessidade cada vez maior de estimar esses gastos de forma precisa e confiável. No entanto, a natureza multifacetada da obesidade torna difícil esta tarefa. Várias metodologias têm sido utilizadas, cada uma com suas vantagens e desvantagens. Entre elas podemos destacar análises de custo-benefício, custo-efetividade, custo-utilidade e custo da doença. Embora cada uma apresente limitações, a utilização de várias abordagens pode fornecer uma compreensão mais abrangente dos custos da obesidade e ajudar a informar políticas de saúde pública e investimentos em prevenção e tratamento da obesidade.

Data e hora:

qui, 3 de ago, 11h00

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Fundo do Mockup Ícone do Mockup

qui, 18 abr - 11:00

A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que adultos pratiquem pelo menos 150 a 300 minutos de atividade aeróbica moderada a vigorosa por semana, enquanto crianças e adolescentes devem realizar uma média de 60 minutos por dia. No entanto, aproximadamente 27% da população global não atinge esses níveis mínimos desejáveis.

A inatividade física é um fator de risco associado à mortalidade por doenças crônicas não transmissíveis (DCNTs) e contribui significativamente para o aumento dos gastos com saúde. No Brasil, em 2019, as internações relacionadas às DCNTs representaram um custo estimado em cerca de R$ 290 milhões para o Sistema Único de Saúde (SUS).

Sendo assim, uma redução na prevalência da inatividade física na população brasileira pode resultar em uma economia potencial significativa de recursos orçamentários na área da saúde.

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A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que adultos pratiquem pelo menos 150 a 300 minutos de atividade aeróbica moderada a vigorosa por semana, enquanto crianças e adolescentes devem realizar uma média de 60 minutos por dia. No entanto, aproximadamente 27% da população global não atinge esses níveis mínimos desejáveis.

A inatividade física é um fator de risco associado à mortalidade por doenças crônicas não transmissíveis (DCNTs) e contribui significativamente para o aumento dos gastos com saúde. No Brasil, em 2019, as internações relacionadas às DCNTs representaram um custo estimado em cerca de R$ 290 milhões para o Sistema Único de Saúde (SUS).

Sendo assim, uma redução na prevalência da inatividade física na população brasileira pode resultar em uma economia potencial significativa de recursos orçamentários na área da saúde.

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Perspectivas sobre os custos relacionados com a inatividade física

18 de abr

Instituto Cordial