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Consumption of ultra-processed foods and obesity in Brazilian adolescents and adults

Artigo de periódico
Consumption of ultra-processed foods and obesity in Brazilian adolescents and adults
2015
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Ficha da publicação

Nome da publicação: Consumption of ultra-processed foods and obesity in Brazilian adolescents and adults

Autores: Maria Laura da Costa Louzada, Larissa Galastri Baraldi, Euridice Martinez Steele, Ana Paula Bortoletto Martins, Daniela Silva Canella, Jean-Claude Moubarac, Renata Bertazzi Levy, Geoffrey Cannon, Ashkan Afshin, Fumiaki Imamura, Dariush Mozaffarian, Carlos Augusto Monteiro

Fonte: Preventive Medicine

Publicado em: 2015

Tipo de arquivo: Artigo de periódico

Link para o original

Resumo

Objectives The aim of this study was to evaluate the relationship between the consumption of ultra-processed foods and obesity indicators among Brazilian adults and adolescents. Methods We used cross-sectional data on 30,243 individuals aged ≥ 10 years from the 2008–2009 Brazilian Dietary Survey. Food consumption data were collected through 24-h food records. We classified food items according to characteristics of food processing. Ultra-processed foods were defined as formulations made by the food industry mostly from substances extracted from foods or obtained with the further processing of constituents of foods or through chemical synthesis, with little if any whole food. Examples included candies, cookies, sugar-sweetened beverages, and ready-to-eat dishes. Regression models were fitted to evaluate the association of the consumption of ultra-processed foods (% of energy intake) with body-mass-index, excess weight, and obesity status, controlling for socio-demographic characteristics, smoking, and physical activity. Results Ultra-processed foods represented 30% of the total energy intake. Those in the highest quintile of consumption of ultra-processed foods had significantly higher body-mass-index (0.94 kg/m2; 95% CI: 0.42,1.47) and higher odds of being obese (OR = 1.98; 95% CI: 1.26,3.12) and excess weight (OR = 1.26; 95% CI: 0.95,1.69) compared with those in the lowest quintile of consumption. Conclusion Our findings support the role of ultra-processed foods in the obesity epidemic in Brazil.

Resumo traduzido por

Objetivos O objetivo deste estudo foi avaliar a relação entre o consumo de alimentos ultraprocessados ​​e indicadores de obesidade entre adultos e adolescentes brasileiros. Métodos Foram utilizados dados transversais de 30.243 indivíduos com idade ≥ 10 anos do Inquérito Alimentar Brasileiro 2008–2009. Os dados de consumo alimentar foram coletados por meio de registros alimentares de 24 horas. Classificamos os alimentos de acordo com as características do processamento dos alimentos. Alimentos ultraprocessados ​​foram definidos como formulações feitas pela indústria alimentícia principalmente a partir de substâncias extraídas de alimentos ou obtidas com o processamento posterior de constituintes de alimentos ou por meio de síntese química, com pouco ou nenhum alimento integral. Os exemplos incluem doces, biscoitos, bebidas açucaradas e pratos prontos para consumo. Modelos de regressão foram ajustados para avaliar a associação do consumo de alimentos ultraprocessados ​​(% da ingestão energética) com índice de massa corporal, excesso de peso e obesidade, controlando características sociodemográficas, tabagismo e atividade física. Resultados Os alimentos ultraprocessados ​​representaram 30% da ingestão energética total. Aqueles no quintil mais alto de consumo de alimentos ultraprocessados ​​apresentaram índice de massa corporal significativamente maior (0,94 kg/m2; IC 95%: 0,42,1,47) e maiores chances de serem obesos (OR = 1,98; IC 95%: 1,26). ,3,12) e excesso de peso (OR = 1,26; IC 95%: 0,95,1,69) em comparação com aqueles do quintil mais baixo de consumo. Conclusão Nossos resultados apoiam o papel dos alimentos ultraprocessados ​​na epidemia de obesidade no Brasil.