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Implementation of hypertension and diabetes care pathways in two regions of the Brazilian Northeast

Favoritos do PBO Artigo de periódico
Implementation of hypertension and diabetes care pathways in two regions of the Brazilian Northeast
2025
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Ficha da publicação

Nome da publicação: Implementation of hypertension and diabetes care pathways in two regions of the Brazilian Northeast

Autores: Erlon Oliveira De Abreu-Silva, Liza Yurie Teruya Uchimura, Pedro Paulo Chrispim

Fonte: Revista Panamericana de Salud Pública

Publicado em: 2025

Tipo de arquivo: Artigo de periódico

Tipo de estudo: Estudo observacional

Link para o original

Resumo

To evaluate the implementation of care pathways for systemic arterial hypertension (SAH) and type 2 diabetes (T2DM) at the primary health care level in two regions of Northeastern Brazil.
The implementation of HTN and T2DM care pathways was feasible, with greater improvements observed in the healthcare network with lower baseline control levels and longer implementation duration.

Resumo traduzido por

Avaliar a implementação de protocolos de atendimento para hipertensão arterial sistêmica (HAS) e diabetes tipo 2 (DM2) na atenção primária à saúde em duas regiões do Nordeste do Brasil.
A implementação de protocolos de atendimento para hipertensão arterial (HAS) e diabetes tipo 2 (DM2) mostrou-se viável, com melhorias significativas observadas na rede de saúde com níveis de controle basal mais baixos e maior duração da implementação.

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Por que o tema é relevante?

A doença cardiovascular é a principal causa de morte no Brasil, com cerca de 30% dos óbitos, tendo como principais fatores de risco a hipertensão e o diabetes tipo II, condições altamente prevalentes na população. O aumento do sobrepeso têm contribuído para a maior prevalência dessas doenças, e a incorporação de linhas de cuidado na atenção primária ajudam não só no tratamento dessas doenças, como também no manejo da obesidade.

Qual é o objetivo do estudo?

Avaliar a implementação das linhas de cuidado para hipertensão e diabetes tipo II na atenção primária à saúde em duas regiões do Nordeste brasileiro

Quais as principais conclusões?

A implementação das linhas de cuidado hipertensão arterial sistêmica (HAS) e diabetes mellitus tipo II (DMII) na atenção primária envolveu a capacitação de profissionais, com desafios pela alta rotatividade de equipes, falta de estratificação de risco, problemas na regulação e limitações estruturais.
Na 1ª Região de Saúde da Paraíba, onde a implementação ocorreu por aproximadamente 12 meses, o nível de organização e execução das ações estruturais e assistenciais aumentou de 80,9% para 91,6%. Nessa região, a estratificação de risco cardiovascular, inexistente no início, passou a contemplar 36% dos pacientes com HAS ou DM2. Houve ainda aumento expressivo no registro diagnóstico: os atendimentos com diagnóstico de HAS passaram de 8,9% para 22,6% e os de DM2 de 10,8% para 25,1%. Do ponto de vista clínico, observou-se melhora substancial no controle das condições: a HAS controlada aumentou de 33,4% para 62,6%, enquanto o DMII controlado passou de 26,7% para 77,9%, superando médias nacionais previamente descritas na literatura.
Na 7ª Região de Saúde do Rio Grande do Norte, com cerca de 6 meses de implementação, as ações evoluíram de 34,9% para 81,9%, e a estratificação de risco cardiovascular atingiu 17,4% dos pacientes, partindo também de 0%. Houve discreto aumento nos atendimentos com diagnóstico registrado de HAS (13,9% para 19,5%) e DM2 (8,6% para 13,7%). Em relação ao controle clínico, a HAS controlada variou de 47,9% para 48,4% e o DMII controlado de 59,3% para 57,3%, sem melhora significativa no período analisado.
Os melhores resultados ocorreram onde a estratégia teve mais tempo de implementação, maior adesão às capacitações e piores indicadores iniciais. Organizar a atenção às doenças crônicas na APS melhora o controle clínico e reforça o potencial das linhas de cuidado para fortalecer o Sistema Único de Saúde, especialmente em áreas vulneráveis.