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Nutrition transition and double burden of undernutrition and excess of weight in Brazil

Artigo de periódico
Nutrition transition and double burden of undernutrition and excess of weight in Brazil
2014
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Ficha da publicação

Nome da publicação: Nutrition transition and double burden of undernutrition and excess of weight in Brazil

Autores: Wolney Lisboa Conde, Carlos Augusto Monteiro

Fonte: The American Journal of Clinical Nutrition

Publicado em: 2014

Tipo de arquivo: Artigo de periódico

Link para o original

Resumo

Background: Brazil, a unique Latin American country recognized as 1 of the 8 major economies of the world, is experiencing a significant deterioration in health equality in the past decade, despite its universal and free-of-charge health service that is governed by its national constitution. Objective: The objective was to describe the double burden at the national, household, and individual levels as well as its major trends across all demographic strata in the past 40 y. Design: The data were collected from 6 Brazilian national surveys conducted in 1974–1975, 1989, 1996, 2002–2003, 2006, and 2008–2009. Anthropometric indicators were estimated for all age groups and anemia indicators for children aged <5 y and women aged >15 y according to WHO recommendations. The annual increment rate was calculated for all indicators to assess the different time points among surveys. Results: In 2008–2009, 1 of every 7 citizens was obese. From 1974–1975 to 2008–2009, the annual obesity increment rate for men was 4.7% each year and was 2.5% each year for women. A large decrease in undernutrition in adults was observed from 1974–1975 to 1989. In children <5 y of age, no increase in the prevalence of overweight across the analyzed periods was observed, whereas a major decrease in the prevalence of undernutrition was detected from 1996 to 2006–2007. The prevalence of the obese mother–underweight child pair was low. No association between anemia and any other child anthropometric indicator was detected. Prevalence trends of adult obesity stratified by quintiles of per capita household income showed different trajectories for men and women across the surveys. In the last period, the poorest and richest adults showed positive incremental rates of obesity. Conclusions: In Brazil, the current prevalence of excess weight is at least 3-fold higher than that of undernutrition. The lowest prevalence rate in the last period analyzed was observed in children <5 y of age. Inclusive social policies have succeeded in reducing poverty and in identifying new challenges related to obesity control or reduction.

Resumo traduzido por

Antecedentes: O Brasil, um país latino-americano único reconhecido como uma das 8 principais economias do mundo, está passando por uma deterioração significativa na igualdade em saúde na última década, apesar de seu serviço de saúde universal e gratuito, governado por seu constituição nacional. Objectivo: O objectivo era descrever a dupla carga a nível nacional, familiar e individual, bem como as suas principais tendências em todos os estratos demográficos nos últimos 40 anos. Desenho: Os dados foram coletados de seis pesquisas nacionais brasileiras realizadas em 1974–1975, 1989, 1996, 2002–2003, 2006 e 2008–2009. Indicadores antropométricos foram estimados para todas as faixas etárias e indicadores de anemia para crianças com idade <5 anos e mulheres com idade >15 anos, de acordo com as recomendações da OMS. A taxa de incremento anual foi calculada para todos os indicadores para avaliar os diferentes momentos entre as pesquisas. Resultados: Em 2008–2009, 1 em cada 7 cidadãos era obeso. De 1974–1975 a 2008–2009, a taxa anual de aumento da obesidade para os homens foi de 4,7% a cada ano e de 2,5% a cada ano para as mulheres. Uma grande diminuição na desnutrição em adultos foi observada de 1974-1975 a 1989. Em crianças com menos de 5 anos de idade, não foi observado nenhum aumento na prevalência de sobrepeso ao longo dos períodos analisados, enquanto uma grande diminuição na prevalência de desnutrição foi detectada em 1996 a 2006–2007. A prevalência do par mãe obesa e filho com baixo peso foi baixa. Não foi detectada associação entre anemia e qualquer outro indicador antropométrico infantil. As tendências de prevalência da obesidade adulta estratificadas por quintis de rendimento familiar per capita mostraram trajetórias diferentes para homens e mulheres nos inquéritos. No último período, os adultos mais pobres e mais ricos apresentaram taxas incrementais positivas de obesidade. Conclusões: No Brasil, a prevalência atual de excesso de peso é pelo menos 3 vezes maior que a de desnutrição. A menor taxa de prevalência no último período analisado foi observada em crianças <5 anos de idade. As políticas sociais inclusivas conseguiram reduzir a pobreza e identificar novos desafios relacionados com o controlo ou redução da obesidade.