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Obesity and food marketing: a narrative review of consumer influence, regulatory gaps, and ethical implications

Artigo de periódico
Obesity and food marketing: a narrative review of consumer influence, regulatory gaps, and ethical implications
2025
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Ficha da publicação

Nome da publicação: Obesity and food marketing: a narrative review of consumer influence, regulatory gaps, and ethical implications

Autores: Anam Farzand, Mohd Adzim Khalili Rohin, Sana Javaid Awan, Ahram Hussain, Muhammad Faizan, Abdul Momin Rizwan Ahmad

Fonte: Frontiers in Nutrition

Publicado em: 2025

Tipo de arquivo: Artigo de periódico

Tipo de estudo: Revisão

Link para o original

Resumo

Obesity is a multifactorial global health crisis exacerbated by modern food marketing strategies that encourage the consumption of energy-dense, nutrient-poor (EDNP) foods. Children and socio-economically disadvantages groups are particularly vulnerable to the cognitive and emotional cues embedded in food advertising.
Food marketing is a major contributor to the development of obesogenic environments, despite being poorly controlled. A change from reactive to proactive, system-level governance is necessary to combat obesity. Strong digital control, more stringent nutrient profiling, and a moral shift in food marketing strategies are all part of this. Promoting healthy choices and safeguarding vulnerable people require cross-sectoral collaboration.

Resumo traduzido por

A obesidade é uma crise de saúde global multifatorial, exacerbada pelas estratégias modernas de marketing alimentar que incentivam o consumo de alimentos ricos em energia e pobres em nutrientes (EDNP). Crianças e grupos socioeconômicos desfavorecidos são particularmente vulneráveis aos estímulos cognitivos e emocionais presentes na publicidade de alimentos.
O marketing de alimentos contribui significativamente para o desenvolvimento de ambientes obesogênicos, apesar de ser mal controlado. Uma mudança de governança sistêmica, de reativa para proativa, é necessária para combater a obesidade. Um forte controle digital, um perfil nutricional mais rigoroso e uma mudança moral nas estratégias de marketing de alimentos fazem parte disso. Promover escolhas saudáveis e proteger pessoas vulneráveis exige colaboração intersetorial.