Não possui cadastro?

Cadastre-se

Já possui conta?

Faça login

Pagamento aprovado... Acessos liberados

Seu pedido foi aprovado com sucesso

Já liberamos o acesso ao espaço exclusivo para assinantes.

Acessar área exclusiva

Pedido não processado :(

Infelizmente o seu pedido não foi processado pela operadora de cartão de crédito

Tente novamente clicando no botão abaixo

Voltar para o checkout

Biblioteca

Purchases and prices of unprocessed or minimally processed foods according to food outlets and income in Brazil

Favoritos do PBO Artigo de periódico
Purchases and prices of unprocessed or minimally processed foods according to food outlets and income in Brazil
2026
Acusar erro

Ficha da publicação

Nome da publicação: Purchases and prices of unprocessed or minimally processed foods according to food outlets and income in Brazil

Autores: Daniela Silva Canella, Patricia Gálvez Espinoza, Ana Beatriz Coelho De Azevedo, Larissa Loures Mendes

Fonte: Public Health Nutrition

Publicado em: 2026

Tipo de arquivo: Artigo de periódico

Tipo de estudo: Estudo observacional

Link para o original

Resumo

To assess the purchases and prices of unprocessed or minimally processed foods according to the type of food outlet and household income.
The availability and affordability of unprocessed or minimally processed foods differed according to food outlets and were influenced by income level.

Resumo traduzido por

Avaliar as compras e os preços de alimentos não processados ​​ou minimamente processados ​​de acordo com o tipo de estabelecimento e a renda familiar.
A disponibilidade e o preço acessível de alimentos não processados ​​ou minimamente processados ​​variavam de acordo com os estabelecimentos alimentares e eram influenciados pelo nível de renda.

Conteúdo exclusivo para assinantes

Conheça os planos de assinatura aqui

Por que o tema é relevante?

O acesso a alimentos saudáveis depende não apenas da disponibilidade desses alimentos nos estabelecimentos, mas também da capacidade econômica das famílias para adquiri-los. Compreender como diferentes grupos de renda acessam esses pontos de venda é fundamental para a formulação de políticas públicas de segurança alimentar e promoção da alimentação saudável no Brasil.

Qual é o objetivo do estudo?

Avaliar a compra e os preços de alimentos in natura ou minimamente processados em estabelecimentos comerciais e a renda domiciliar no Brasil.

Quais as principais conclusões?

O acesso a alimentos in natura ou minimamente processados no Brasil está fortemente relacionado à renda e ao tipo de estabelecimento utilizado.
Os supermercados foram o principal local de compra no país, 81% entre famílias de maior renda e 23% entre as de menor renda. Já os minimercados tiveram maior relevância para a população de baixa renda, aproximadamente 50%, contra apenas 12% entre os de alta renda. As feiras livres também apresentaram maior importância entre os grupos de menor renda.
O volume de alimentos in natura ou minimamente processados aumenta conforme a renda familiar: famílias de baixa renda compram cerca de 320g por pessoa/dia, enquanto as de alta renda compram 493g. Assim como frutas e hortaliças, o consumo variou de 56g entre os de baixa renda (37% adquirido em feiras livres) para 117g entre os de alta renda (63% adquirido em supermercados).
Quanto aos preços, os valores por quilo foram semelhantes entre supermercados, minimercados, atacadistas e feiras livres, em torno de R$ 6,00/kg, enquanto açougues apresentaram preços mais elevados (R$ 17,60/kg). O estudo também observou que famílias de alta renda frequentemente pagam mais caro, possivelmente devido à qualidade, localização ou padrão de consumo.
Os resultados destacam que os supermercados predominam entre famílias de maior renda e faz um alerta de que esse ambiente facilita o acesso a alimentos saudáveis, mas aumentam a exposição a ultraprocessados, sendo caracterizados como “food swamps”. Já os minimercados e feiras livres têm papel essencial para populações mais vulneráveis reforçando a importância de políticas públicas que ampliem o acesso a alimentos saudáveis e fortaleçam os circuitos tradicionais de abastecimento alimentar