Não possui cadastro?

Cadastre-se

Já possui conta?

Faça login

Pagamento aprovado... Acessos liberados

Seu pedido foi aprovado com sucesso

Já liberamos o acesso ao espaço exclusivo para assinantes.

Acessar área exclusiva

Pedido não processado :(

Infelizmente o seu pedido não foi processado pela operadora de cartão de crédito

Tente novamente clicando no botão abaixo

Voltar para o checkout

Biblioteca

The Gut Microbiome–Endocrine Axis in Obesity: Mechanisms and Therapeutics

Favoritos do PBO Artigo de periódico
The Gut Microbiome–Endocrine Axis in Obesity: Mechanisms and Therapeutics
2026
Acusar erro

Ficha da publicação

Nome da publicação: The Gut Microbiome–Endocrine Axis in Obesity: Mechanisms and Therapeutics

Autores: Hongfeng Mao, Xi Wang, Yan Pang, Yuwei Lu, Hui Wang, Huating Li, Yueqiong Ni, Weiping Jia

Fonte: Journal of Gastroenterology and Hepatology

Publicado em: 2026

Tipo de arquivo: Artigo de periódico

Link para o original

Resumo

Obesity, a major global health challenge and a key risk factor for metabolic diseases, represents a state of dysregulated energy homeostasis. The gut microbiome has emerged as a critical mediator of obesity pathogenesis, yet the precise endocrine mechanisms linking microbial signals to metabolic dysfunction remain incompletely understood. Therefore, at the perspectives of gut microbiome–endocrine axis encompassing gut–brain, gut–adipose, and gut–pancreas axes, this review elucidates how gut microbiota and their metabolites influence systemic endocrine homeostasis through energy intake, fat storage, and hormonal secretion. Mechanistic studies highlight the roles of short-chain fatty acids, bile acids, and microbial peptides in modulating obesity control and related metabolic health. We further summarize the current therapeutics targeting gut microbiome in the gut–endocrine axis, including prebiotics, probiotics, synbiotics, postbiotics, fecal microbiota transplantation, and lifestyle approaches and highlight their mechanistic and translational relevance. The major challenges of gut microbiome studies are discussed, including obscure phenotyping, insufficient cross-organ integration, and limited causal inference. Overcoming these limitations by precise obesity measurement, integrated cross-organ models, and AI-driven causal modeling could advance the pathophysiological insight and management of obesity.

Resumo traduzido por

A obesidade, um dos principais desafios globais de saúde e um importante fator de risco para doenças metabólicas, representa um estado de desregulação da homeostase energética. O microbioma intestinal emergiu como um mediador crucial da patogênese da obesidade, contudo, os mecanismos endócrinos precisos que ligam os sinais microbianos à disfunção metabólica ainda não são totalmente compreendidos. Portanto, sob a perspectiva do eixo microbioma intestinal-endócrino, que abrange os eixos intestino-cérebro, intestino-tecido adiposo e intestino-pâncreas, esta revisão elucida como a microbiota intestinal e seus metabólitos influenciam a homeostase endócrina sistêmica por meio da ingestão de energia, armazenamento de gordura e secreção hormonal. Estudos mecanísticos destacam os papéis dos ácidos graxos de cadeia curta, ácidos biliares e peptídeos microbianos na modulação do controle da obesidade e da saúde metabólica relacionada. Além disso, resumimos as terapias atuais que visam o microbioma intestinal no eixo intestino-endócrino, incluindo prebióticos, probióticos, simbióticos, pós-bióticos, transplante de microbiota fecal e abordagens de estilo de vida, e destacamos sua relevância mecanística e translacional. São discutidos os principais desafios dos estudos do microbioma intestinal, incluindo a fenotipagem imprecisa, a integração interorgânica insuficiente e a inferência causal limitada. Superar essas limitações por meio da mensuração precisa da obesidade, de modelos interorgânicos integrados e da modelagem causal orientada por IA pode aprimorar a compreensão fisiopatológica e o manejo da obesidade.

Conteúdo exclusivo para assinantes

Conheça os planos de assinatura aqui

Por que o tema é relevante?

A obesidade é uma doença complexa que vai além do desequilíbrio entre ingestão calórica e gasto energético. A microbiota intestinal é fundamental para a regulação do metabolismo, influenciando apetite, inflamação, secreção hormonal e homeostase energética. Compreender o eixo microbiota-intestino-endócrino pode ampliar o entendimento da doença e favorecer o desenvolvimento de terapias mais precisas e personalizadas.

Qual é o objetivo do estudo?

Sintetizar as evidências sobre como a microbiota intestinal influencia a obesidade por meio de mecanismos endócrinos.

Quais as principais conclusões?

O estudo mostra que a microbiota intestinal exerce papel central na regulação do metabolismo energético por meio da regulação hormonal entre intestino, cérebro, tecido adiposo e pâncreas. Alterações na composição da microbiota (disbiose) reduzem a diversidade bacteriana e favorecem o aumento de bactérias pró-inflamatórias, causando inflamação crônica, resistência à insulina, aumento de gordura visceral e desregulação da saciedade.
No eixo intestino-cérebro, os metabólitos bacterianos estimulam a secreção de hormônios responsáveis pela saciedade, enquanto a disbiose reduz essa sinalização e favorece hiperfagia. Já no eixo intestino-tecido adiposo, a microbiota regula processos de lipólise, termogênese, diferenciação dos adipócitos e armazenamento lipídico. Por fim no eixo intestino-pâncreas, metabólitos bacterianos influenciam a função das células β pancreáticas, modulando a secreção de insulina, contribuindo para hiperinsulinemia, resistência à insulina e disfunção pancreática.
Nas estratégias terapêuticas, as fibras prebióticas e probióticos podem contribuir para melhorar a sensibilidade à insulina, reduzir a gordura corporal e a inflamação, embora seus efeitos variem conforme a cepa e a microbiota de cada indivíduo. Ainda assim, as intervenções no estilo de vida permanecem essenciais, com destaque para dietas ricas em fibras e a prática regular de atividade física, que promovem uma microbiota mais saudável e benefícios metabólicos.