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The influence of ultra-processed food consumption in anthropometric and atherogenic indices of adolescents

Artigo de periódico
The influence of ultra-processed food consumption in anthropometric and atherogenic indices of adolescents
2021
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Ficha da publicação

Nome da publicação: The influence of ultra-processed food consumption in anthropometric and atherogenic indices of adolescents

Autores: Larisse Monteles Nascimento, Nayara Vieira do Nascimento Monteiro, Thiana Magalhães Vilar, Cyntia Regina Lúcio de Sousa Ibiapina, Karoline de Macedo Gonçalves Frota

Fonte: Revista de Nutrição

Publicado em: 2021

Tipo de arquivo: Artigo de periódico

Link para o original

Resumo

Objetivo Verificar a influência do consumo de alimentos ultraprocessados em índices antropométricos e de aterogenicidade. Métodos Estudo transversal com 327 adolescentes na faixa etária de 14 a 19 anos. Avaliaram-se dados sociodemográficos, antropométricos, bioquímicos e de consumo alimentar. As razões dos índices de aterogenicidade foram calculadas por meio do Índice de Castelli I (Colesterol Total/Lipoproteína de Alta Densidade), Índice de Castelli II (Lipoproteína de Baixa Densidade/Lipoproteína de Alta Densidade) e da estimativa do tamanho da partícula de Lipoproteína de Baixa Densidade (Índice Aterogênico do Plasma=Triglicerídeos/Lipoproteína de Alta Densidade). A regressão logística foi utilizada para a análise bruta e ajustada entre consumo de alimentos ultraprocessados, indicadores antropométricos e índice de aterogenicidade. O nível de significância foi de 5%. Resultados A maioria dos adolescentes que participaram do estudo era do sexo feminino (59,3%). As meninas apresentaram maior consumo de alimentos ultraprocessados (26,6% vs. 20,5%). Do total de participantes, 16,5% estavam com excesso de peso e 65,7% eram de escolas públicas. Adolescentes com valores alterados para o Índice Castelli I e II e para o Índice Aterogênico do Plasma apresentaram valores de peso, Circunferência da Cintura, Circunferência da Cintura/Altura e Índice de Massa Corporal/Idade significantemente superiores. A análise ajustada identificou associação significante (Razão de possibilidades=2,29; Intervalo de confiança 95%:1,23-4,28) entre o elevado consumo de alimentos ultraprocessados e o índice de Castelli II. Conclusão As associações entre os índices aterogênicos com os índices antropométricos e com o consumo de alimentos ultraprocessados ressaltam a influência negativa desses alimentos na saúde cardiovascular de adolescentes.

Resumo traduzido por

Objetivo Verificar a influência do consumo de alimentos ultraprocessados ​​em índices antropométricos e de aterogenicidade. Métodos Estudo transversal com 327 adolescentes na faixa etária de 14 a 19 anos. Avaliaram-se dados sociodemográficos, antropométricos, bioquímicos e de consumo alimentar. As razões dos índices de aterogenicidade foram calculadas por meio do Índice de Castelli I (Colesterol Total/Lipoproteína de Alta Densidade), Índice de Castelli II (Lipoproteína de Baixa Densidade/Lipoproteína de Alta Densidade) e a estimativa do tamanho da partícula de Lipoproteína de Alta Densidade Baixa Densidade (Índice Aterogênico do Plasma=Triglicerídeos/Lipoproteína de Alta Densidade). A regressão logística foi utilizada para a análise bruta e ajustada entre consumo de alimentos ultraprocessados, indicadores antropométricos e índice de aterogenicidade. O nível de significância foi de 5%. Resultados A maioria dos adolescentes que participaram do estudo era do sexo feminino (59,3%). As meninas tiveram maior consumo de alimentos ultraprocessados ​​(26,6% vs. 20,5%). Do total de participantes, 16,5% eram com excesso de peso e 65,7% eram de escolas públicas. Adolescentes com valores alterados para o Índice Castelli I e II e para o Índice Aterogênico do Plasma apresentaram valores de peso, Circunferência da Cintura, Circunferência da Cintura/Altura e Índice de Massa Corporal/Idade significativamente superiores. A análise ajustada acordos associação significativa (Razão de possibilidades=2,29; Intervalo de confiança 95%:1,23-4,28) entre o elevado consumo de alimentos ultraprocessados ​​e o índice de Castelli II. Conclusão As associações entre os índices aterogênicos com os índices antropométricos e com o consumo de alimentos ultraprocessados ​​ressaltam a influência negativa desses alimentos na saúde cardiovascular de adolescentes.