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“Warning: ultra-processed”: an online experiment examining the impact of ultra-processed warning labels on consumers’ product perceptions and behavioral intentions

Artigo de periódico
“Warning
2024
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Ficha da publicação

Nome da publicação: “Warning: ultra-processed”: an online experiment examining the impact of ultra-processed warning labels on consumers’ product perceptions and behavioral intentions

Autores: Aline D’Angelo Campos, Shu Wen Ng, Ana Clara Duran, Neha Khandpur, Lindsey Smith Taillie, Fernanda O. Christon, Marissa G. Hall

Fonte: International Journal of Behavioral Nutrition and Physical Activity

Publicado em: 2024

Tipo de arquivo: Artigo de periódico

Link para o original

Resumo

Background
Nutrient content and degree of processing are complementary but distinct concepts, and a growing body of evidence shows that ultra-processed foods (UPFs) can have detrimental health effects independently from nutrient content. 10 + countries currently mandate front-of-package labels (FOPL) to inform consumers when products are high in added sugars, saturated fat, and/or sodium. Public health advocates have been calling for the addition of ultra-processed warning labels to these FOPLs, but the extent to which consumers would understand and be influenced by such labels remains unknown. We examined whether the addition of ultra-processed warning labels to existing nutrient warning labels could influence consumers’ product perceptions and purchase intentions.

Methods
In 2023, a sample of adults in Brazil (n = 1,004) answered an open-ended question about the meaning of the term “ultra-processed,” followed by an online experiment where they saw four ultra-processed products carrying warning labels. Participants were randomly assigned to view either only nutrient warning labels or nutrient plus ultra-processed warning labels. Participants then answered questions about their intentions to purchase the products, product perceptions, and perceived label effectiveness.

Results
Most participants (69%) exhibited a moderate understanding of the term “ultra-processed” prior to the experiment. The addition of an ultra-processed warning label led to a higher share of participants who correctly identified the products as UPFs compared to nutrient warning labels alone (Cohen’s d = 0.16,
p= 0.02). However, the addition of the ultra-processed warning label did not significantly influence purchase intentions, product healthfulness perceptions, or perceived label effectiveness compared to nutrient warning labels alone (all p > 0.05). In exploratory analyses, demographic characteristics and prior understanding of the concept of UPF did not moderate the effect of ultra-processed warning labels.

Conclusions
Ultra-processed warning labels may help consumers better identify UPFs, although they do not seem to influence behavioral intentions and product perceptions beyond the influence already exerted by nutrient warning labels. Future research should examine how ultra-processed warning labels would work for products that do and do not require nutrient warnings, as well as examine the benefits of labeling approaches that signal the health effects of UPFs.

Resumo traduzido por

Conteúdo nutricional e grau de processamento são conceitos complementares, mas distintos, e um crescente corpo de evidências mostra que alimentos ultraprocessados (UPFs) podem ter efeitos prejudiciais à saúde independentemente do conteúdo nutricional. Mais de 10 países atualmente exigem rótulos frontais de embalagem (FOPL) para informar os consumidores quando os produtos são ricos em açúcares adicionados, gordura saturada e/ou sódio. Os defensores da saúde pública têm pedido a adição de rótulos de advertência ultraprocessados a esses FOPLs, mas a extensão em que os consumidores entenderiam e seriam influenciados por tais rótulos permanece desconhecida. Examinamos se a adição de rótulos de advertência ultraprocessados aos rótulos de advertência de nutrientes existentes poderia influenciar as percepções dos consumidores sobre o produto e as intenções de compra. Os rótulos de advertência ultraprocessados podem ajudar os consumidores a identificar melhor os UPFs, embora não pareçam influenciar as intenções comportamentais e as percepções do produto além da influência já exercida pelos rótulos de advertência de nutrientes. Pesquisas futuras devem examinar como os rótulos de advertência ultraprocessados funcionariam para produtos que exigem e não exigem advertências de nutrientes, bem como examinar os benefícios das abordagens de rotulagem que sinalizam os efeitos dos UPFs sobre a saúde.